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Anna PAGÈS Santacana
Universitat Ramón Llul
España
https://orcid.org/0000-0001-6033-0333
Vol. 32 Núm. 2 (2020), Monográfico, Páginas 95-106
DOI: https://doi.org/10.14201/teri.22379
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Resumen

En este comentario sobre el Manifiesto por una Pedagogía Post-crítica nos preguntamos por el lugar desde dónde se organiza la exposición del texto, cuestionando algunas confusiones filosóficas que problematizan su propuesta, como el malentendido sobre qué es la Pedagogía Crítica. En un segundo momento analizamos lo que el Manifiesto denomina «hermenéutica pedagógica» desde la perspectiva del giro ontológico llevado a cabo por Hans-Georg Gadamer en Verdad y Método (1960).

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