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Phillip Williams
Sino-British College
China
Vol. 41 Núm. 1 (2019): Europa y la Monarquía Hispánica ante el cambio de hegemonía (1635-1659), Informe, Páginas 231-258
DOI: https://doi.org/10.14201/shhmo2019411231258
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Resumen

En el Seiscientos, el gobierno de Londres no disponía de los recursos de Madrid, Paris o Ámsterdam, cuyas capacidades militares estaban muy por encima de las de los reyes Stuart y Oliver Cromwell. Por esta razón, siempre existió una contradicción entre la proyección de un estado confesional y las realidades de un gobierno con capacidades muy restringidas para afrontar la guerra. Esta perspectiva se ha manifestado en el revisionismo, que ha puesto en cuestión muchas de las viejas certidumbres sobre el papel del Parlamento y los «puritanos». Eminentes historiadores han alegado que la causa —la única causa— de la Guerra Civil (1642-1646) fue Charles I (1625-1649), su programa confesional y sus múltiples maniobras y artimañas. El verdadero cambio no llegó hasta después de 1688, cuando se produjo una mutación profunda en la trayectoria del estado. Esta visión de la historia de Inglaterra cuadra bien con los intentos de cuestionar, y aun abandonar, modelos como los de «revolución militar», «absolutismo» y «mercantilismo».

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