Contenido principal del artículo

Lourdes Amigo Vázquez
Universidad de Valladolid
España
Vol. 41 Núm. 1 (2019): Europa y la Monarquía Hispánica ante el cambio de hegemonía (1635-1659), Informe, Páginas 153-188
DOI: https://doi.org/10.14201/shhmo2019411153188
Cómo citar

Resumen

Cientos de páginas se han escrito sobre la Fronda, siempre con la misma constante: una escasa atención a la Monarquía Hispánica. Pero en el marco de la guerra por la hegemonía europea (1635-1659), Felipe IV no podía desaprovechar la gran ocasión que se presentaba para intervenir en los conflictos internos de Francia y, de esta forma, restar fuerzas al enemigo, al igual que este hacía en Cataluña y Portugal (y antes en Italia). Con un análisis global de la participación española en las revueltas, a través, principalmente, de la rica documentación conservada en el Archivo General de Simancas, se trata de dar el primer paso para llenar un importante vacío historiográfico que existe todavía a ambos lados de los Pirineos. De esta forma se comprobará hasta qué punto, a la altura de los años 1648-1653, no todo estaba ya decidido en la Guerra Franco-Española y cómo la Fronda no fue un «asunto» exclusivamente francés. 

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Detalles del artículo

Citas

AZEVEDO, T. (1993). “O casamento no Brasil, instituição e rito. Sumário, indicações para a pesquisa social”. Sitientibus (11), Feira de Santana.

AZEVEDO, T. (1994). “Romantismo e realismo do namoro à antiga”. A Tarde. Salvador, 21 de janeiro.

AZEVEDO, T. (2004). “As regras do namoro à antiga”. Em: O cotidiano e seus ritos. Praia, namoro e ciclos da vida. Thales de Azevedo. 1ª ed. Recife: Massangana. pp. 69-246.

BIRMAN, P. e BOMENY, H. (orgs.). (1991). As assim chamadas Ciências Sociais. Rio de Janeiro: UERJ/Relume Dumará.

BRANDÃO, Maria de Azevedo. (1993). Thales de Azevedo. Dados de uma assinatura. Salvador: EDUFBA. vol. 1.

BRANDÃO, Maria de Azevedo. (2004) “O cotidiano na obra de Thales de Azevedo”. Em: O cotidiano e seus ritos. Praia, namoro e ciclos da vida. Thales de Azevedo. 1ª ed. Recife: Massangana. pp.327-352.

CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. (1988). Sobre o pensamento antropológico. 3ª ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. vol. 1.

CORRÊA, Mariza. (1987). História da Antropologia no Brasil (1930-1960). Testemunhos: Emílio Willems e Donald Pierson. Campinas: Editora da Unicamp/Editora Vértice.

DAMATTA, R. (2004). “Desfamiliarizando o familiar”. Em: BRANDÃO, Maria de Azevedo. O cotidiano e seus ritos. Praia, namoro e ciclos da vida. Thales de Azevedo. 1ª ed. Recife: Massangana. pp. 15-22.

DOUGLAS, Mary. (1966). Pureza e perigo. São Paulo: Perspectiva.

DURKHEIM. E. (2003). As formas elementares da vida religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

FREYRE, G. (1940). Em louvor de mestre Thales de Azevedo. Universitas. Revista de Cultura da Universidade Federal da Bahia (6-7), Bahia.

FREYRE, G. (1984). “Prefácio”. Em: AZEVEDO, Thales de. As Ciências Sociais na Bahia. 2ª ed. Salvador: Fundação Cultural Estado da Bahia.

MARTINS, Carlos B. e DUARTE, Luis F. D. (eds.). (2010). Horizontes das Ciências Sociais – Antropologia. São Paulo: ANPOCS/Editora Bacarolla.

MAUSS, M. (1970). Lo sagrado y lo profano. Obras I. Paris: Minuit.

MICELI, Sergio (org.). (1989). História das Ciências Sociais no Brasil. São Paulo: Vértice/Editora Revista dos Tribunais/ IDESP. vol. 1.

MICELI, Sergio. (1995). História das Ciências Sociais no Brasil. São Paulo: Editora Sumaré/FAPESP. vol. 2.

MICELI, Sergio. (1999). O que ler na ciência social brasileira (1970-1995). São Paulo: Editora Sumaré/ANPOCS. vols. 1, 2 e 3.

MICELI, Sergio. (2002). O que ler na Ciência Social brasileira (1970-2002). São Paulo: Editora Sumaré/ANPOCS. vol. 4.

PEIRANO, Mariza. (1992). Uma Antropologia no plural: três experiências contemporâneas. Brasília: Editora UnB.

QUEIROZ, Maria Laura Pereira de. (1996). Uma abordagem antropológica de valor no Brasil. A contribuição de Thales de Azevedo. Cadernos CERU (7), São Paulo.

REESINK, M; CAMPOS, R. (1991). A geopolítica acadêmica da Antropologia da Religião no Brasil ou como a província vem sendo submetida ao leito de Procusto. Atas do XII Congresso da Associação Brasileira de Antropologia do Norte Nordeste, Boa Vista.

TRAJANO FILHO, W. e RIBEIRO, G. (2004). O campo da Antropologia no Brasil. Contra Capa/ABA.

TURNER, V. (1974). O processo ritual. Estrutura e anti-estrutura. Petrópoles: Vozes.