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Jorge Larrosa Bondía
Universidad de Barcelona
España
https://orcid.org/0000-0002-2862-8401
Vol. 31 Núm. 2 (2019), MONOGRÁFICO: ESTUDIAR, INVESTIGACIONES PEDAGÓGICAS SOBRE SU VALOR EDUCATIVO, Páginas 131-151
DOI: https://doi.org/10.14201/teri.20524
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Resumen

Este artículo pretende desarrollar la distinción entre aprendizaje y estudio en lo que concierne a la relación educativa (y escolar) con la lengua. Siguiendo a Borges, Agamben, Sloterdijk y otros autores, el estudio aparece aquí como una relación de atención y cuidado en la que una materia (la lengua) se revela o se hace presente. La idea de estudio puede contribuir a pensar la educación como orientada a la apertura mundo; puede contribuir también a elaborar una definición de la escuela más morfológica que funcional, es decir, orientada a la especificidad de los tiempos, los espacios, las actividades y las materialidades que constituyen la escuela; y puede ayudar a pensar las instituciones de escolarización fuera de las lógicas meritocráticas y competitivas que le son constitutivas cuando están formateadas desde el punto de vista del aprendizaje. Además, mediante la introducción de la idea de estudio como categoría educativa fundamental, el artículo se propone también ofrecer una alternativa a la colonización cognitiva de las teorías y las prácticas pedagógicas; así como ofrecer una posibilidad de separar la escuela (en todas sus modalidades, desde la primaria hasta la Universidad) de su subordinación a las lógicas económicas y bio-políticas del capitalismo cognitivo. Desde ese punto de vista, el artículo abre un camino para pensar sobre las dificultades (o la obsolescencia) del estudio en una sociedad (y en una escuela) del aprendizaje.

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