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M.ª Lucía Morán Suárez
Facultad de Psicología. Universidad de Oviedo.
España
Biografía
Laura E. Gómez Sánchez
Facultad de Psicología. Universidad de Oviedo.
España
Biografía
M.ª Ángeles Alcedo Rodríguez
Facultad de Psicología. Universidad de Oviedo.
España
Biografía
Vol. 50 Núm. 3 (2019), Artículos y experiencias, Páginas 29-46
DOI: https://doi.org/10.14201/scero20195032946
Cómo citar

Resumen

Entre los colectivos que se han beneficiado en menor medida de los progresos en la aplicación del concepto de calidad de vida se encuentra el de niños y jóvenes con autismo. El objetivo de este estudio es presentar la nueva Escala KidsLife-tea y los primeros resultados obtenidos tras su aplicación. La muestra estuvo compuesta por 420 personas con discapacidad intelectual y autismo de entre 4 y 21 años que reciben apoyos en 78 organizaciones españolas. Se utilizó la Escala KidsLife-tea, que evalúa resultados personales en calidad de vida de jóvenes con autismo y discapacidad intelectual. Las mayores puntuaciones se obtuvieron en bienestar material y desarrollo personal, mientras que las más bajas se dieron en inclusión social y autodeterminación. Se discuten los hallazgos del estudio y se apuntan líneas futuras para mejorar la calidad de vida de este colectivo.

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