Contenido principal del artículo

Carlos Montes Pérez
Universidad de Salamanca
España
Biografía
Núm. 11 (2021): Carmelo Lisón Tolosana en perspectiva, Artículos, Páginas 93-115
DOI: https://doi.org/10.14201/rea20211193115
Cómo citar

Resumen

En la obra del profesor Lisón la presencia de la literatura resulta habitual. En muchos de sus escritos establece diálogos con sus autores de referencia para ofrecer al lector una perspectiva antropológica de la imaginación literaria. En este trabajo exponemos algunas de las reflexiones del antropólogo aragonés sobre la creatividad y la cultura y sobre la literatura, para centrarnos en el análisis cultural que lleva a cabo sobre El Quijote de Cervantes.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Detalles del artículo

Citas

AB´SABER, A. N. Contribuição à geomorfologia do Estado do Maranhão. Notícia Geomorfológica, Campinas, v.3, n.5, p.15-25, abr. 1960.

ADAMS, C. As florestas virgens manejadas. 1994. Bol. Mus. Pará. Emílio Goeldi, sér. Antropol., 10 (1). 1994. p.20.

ALMEIDA, A. W. B. Quebradeiras de Coco Babaçu: identidade e mobilização - legislação específica e fontes documentais e arquivísticas. III Encontro Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu. São Luís: MIQCB, 1995.

______. Os fatores étnicos como delineadores de novos procedimentos técnicos de zoneamento ecológico econômico. In: ACSELRAD, H.; HERCULANO, S.; PÁDUA J. A. (Orgs.). Justiça Ambiental e Cidadania. Rio de Janeiro: Relume Dumára: 2004. p.169-182.

ALMEIDA, M. W. B e CARNEIRO da Cunha, M. 2009. Populações tradicionais e conservação ambiental. In: M. Carneiro da Cunha, Cultura com Aspas. São Paulo: Cosac Naify. p. 277-300.

ANDRADE, M. de P.; FIGUEIREDO, L.D. Na lei e na marra – a luta pelo livre acesso aos babaçuais. Projeto Olhar Crítico – casos bons para pensar – DFID/ACTION AID. São Luís, 2004.

ARAUJO, L. S. de; SILVA, G. B. S. da; TORRESAN, F. E.; VICTORIA, D. de C.; VICENTE, L. E.; BOLFE, E. L.; MANZATTO, C. V. Conservação da biodiversidade do Estado do Maranhão: cenário Atual em dados geoespaciais. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2016. 29 p.

BALÉE, William. Cultura na vegetação da Amazônia brasileira. In: NEVES, Walter Alves (Org.). Biologia e ecologia humana na Amazônia: avaliação e perspectivas. Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi, 1989.

BECKER, Bertha K. Pensando no Futuro da Amazônia: O Papel das Grandes Cidades em Produzir para Conservar. In BATISTELLA, Mateus; MORAN, Emílio; ALVES, Diógenes (orgs). Amazônia: Natureza e Sociedade em Transformação. São Paulo: EDUSP, 2008. p283.

BONI, Valdete; QUARESMA, Sílvia J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Em Tese: revista eletrônica dos pós-graduandos em sociologia política da UFSC, Florianópolis, v. 2, p. 68-80, jan./jul. 2005.

CARRAZZA, Luis R., ÁVILA, João C. C. e, SILVA, Mariane L. da. Manual Tecnológico de Aproveitamento Integral do Fruto e da Folha do Babaçu (Attalea spp.). Brasília – DF. Instituto Sociedade, População e Natureza. Brasília – DF, 2012.

DIEGUES, Antônio C. (Org.). Os saberes tradicionais e a biodiversidade no Brasil. São Paulo: MMA/COBIO/NUPAUB/USP, 2000. 211p.

FEARNSIDE, P. M. Desmatamento na Amazônia brasileira: História, índices e consequências. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Megadiversidade: 113-123. Volume 1 - Nº 1. Julho 2005.

IBGE. Zoneamento Geoambiental do Estado do Maranhão. Diretrizes gerais para a ordenação territorial. Ministério de Planejamento, Orçamento e Coordenação. Salvador, 1997. Zoneamento ecológico da Região Nordeste. Salvador, 1990. 109p.

IMAZON, 2020. Boletim do desmatamento da Amazônia Legal (março 2020) SAD (p. 1). Belém: Imazon. https://imazon.org.br/publicacoes/boletim-do-desmatamento-da-amazonia-legal-marco-2020-sad/.

INPE, 2018 Taxas anuais de desmatamento na Amazônia Legal Brasileira (AMZ): http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/app/dashboard/deforestation/biomes/legal_amazon/rates

LAURANCE W. F.; ARREA I. B.. Roads to riches or ruin? Science. 27 Oct 2017. Vol. 358, Issue 6362, pp. 442-444. Acessado em 31 de out. de 2017. Disponível em http://science.sciencemag.org/content/358/6362/442.full.

MANTOVANI, Waldir. A degradação dos biomas brasileiros. In RIBEIRO, W.C. Patrimônio Ambiental Brasileiro. São Paulo. EDUSP/ Imprensa Oficial do Estado, 2003. p.402.

MARTINS, Marlúcia B.; OLIVEIRA, Tadeu G. de. Amazônia Maranhense: diversidade e conservação. Museu paraense Emílio Goeldi. Belém: MPEG, 2011. 328p.

MDA, Ministério do Desenvolvimento Agrário. A cadeia produtiva do babaçu. Curitiba: 2005. Disponível em http://www.mda.gov.br/saf/arquivos/estudo_babacu.pdf. Acesso 13/04/2018.

MELLO, Neli A. de. Políticas territoriais na Amazônia. São Paulo: Annablume, 2006.

MELLO-THÉRY, Neli A. de. Território e Gestão Ambiental na Amazônia. Terras públicas e os dilemas do Estado. São Paulo: Annablume, 2011.

MINAYO, Maria C. de S. (org.). Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

PEIXOTO, Paulo. O desaparecimento do mundo rural. VIII Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais. Universidade de Coimbra, Portugal, 2004.

PEREIRA, Bárbara E.; DIEGUES, Antônio C. Conhecimento de populações tradicionais como possibilidade de conservação da natureza: uma reflexão sobre a perspectiva da etnoconservação. Desenvolvimento e Meio ambiente, n. 22, p. 37-50, 2010.

PEREIRA, Marielle R. Caminhos para proteção dos babaçuais e dos seus detentores culturais. Revista CPC, São Paulo, n.19, p. 33-48, jun. 2015.

REBELO, M. N. O. Representações sociais, cotidiano e práticas políticas de mulheres quebradeiras de coco babaçu do Estado do Maranhão. Instituto Federal do Pará. Belém-PA, 2012.

REIGOTA, M. Meio ambiente e Representação Social 5. Ed/São Paulo. V.41. Cortez. 1995. 87p.

TEDINE, Vânia. Eucalipto: O reflorestamento do capital financeiro. Jornal a Nova Democracia, v. 2, n.12, p. 1, ago. 2003.

autor 1. As quebradeiras de coco babaçu e o avanço da fronteira agrícola

no Oeste do Maranhão: saber, territorialidade e meio ambiente. TCC, EACH/USP - São Paulo-SP, Brasil. Não publicado, 2017.

YIN, R. K. Estudo de Caso: Planejamento e métodos. 3a ed. – Porto Alegre: Bookman, 2005.

Autor 2. Usos Sociais do Patrimônio Cultural e Natural. Patrimônio e Memória. UNESP – FCLAs – CEDAP, v. 5, n.1, p. 137-152 - out. 2009.