Contenido principal del artículo

Viviane Faria Lopes
Universidade Estadual de Goiás
Brasil
https://orcid.org/0000-0002-6401-4909
Biografía
Kets Lainne Dos Santos
Universidade Estadual de Goiás
Brasil
Biografía
Vol. 7 Núm. 14 (2020): Primer Semestre 2020, Sección General, Páginas 63-77
DOI: https://doi.org/10.14201/reb20207146377
Aceptado: sep 14, 2020
Cómo citar

Resumen

Este trabajo es el resultado de la investigación y el análisis de los discursos racistas aparecidos en los comentarios de Facebook y publicados por los propios usuarios en la web de esta red virtual. Con el propósito de investigar y analizar discursos discriminatorios, centrándonos en aquellos de segregación manifiestamente implícita, se evaluó de qué modo dichas frases han contribuido al mantenimiento de las desigualdades resultantes de las relaciones sociales de dominación, con estrategias y recursos discursivos de movilización e influencia. Con este fin, los datos analizados son el resultado de una compilación basada en el método cualitativo e interpretativo, y han sido descritos y examinados desde la perspectiva del paradigma teórico-metodológico proporcionado por el Análisis Crítico del Discurso (ADC) y también por la concepción crítica de los datos. Estudios de ideología. El corpus está compuesto por cuatro muestras discursivas, una de las cuales se ilustra con una figura distinta en su disposición original. De esta forma, se descubrió que los sujetos / usuarios recurrieron a diversas estrategias prejuiciosas, con base ideológica, en sus discursos, aunque disimuladas, contribuyendo a la hegemonía de las desigualdades, donde prima la continuidad de los conflictos en las relaciones étnico-raciales.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Detalles del artículo

Citas

Azevedo, C. M. de. (1987). Onda negra, medo branco: o negro no imaginário das elites - século XIX (6ª Ed). Rio de Janeiro: Paz e Terra.

Bakhtin, M. M. (1997). Estética da criação verbal (2º Ed). São Paulo: Martins Fontes.

Bento, M. A. S. (2002). Branqueamento e branquitude no brasil. Psicologia social do racismo - estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil (pp. 25-58). Petrópolis, RJ: Vozes.

Brandão, H. H. N. (2004). Introdução à análise do discurso (2ª Ed.). Campinas, SP: Editora da UNICAMP.

Carvalho, J. J. de. (2018). Racismo fenotípico e estéticas da segunda pele, 1999. Recuperado de [http://www.revistacinetica.com.br/cep/jose_jorge.pdf]. Consultado [20-03-2018].

Corone, I. (2002). Breve histórico de uma pesquisa psicossocial sobre a questão racial brasileira. Psicologia social do racismo - estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil (pp. 12-14). Petrópolis, RJ: Vozes.

Correira, P. M. A. R., & Moreira, M. F. R. (2014). Novas formas de comunicação: história do Facebook - Uma história necessariamente breve. ALCEU, 14(28), 168- 187.

Coqueiro, E. A. (2008). A naturalização do preconceito racial no ambiente escolar uma reflexão necessária. Recuperado de [http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2008_ufpr_socio_md_edna_aparecida_coqueiro.pdf]. Consultado [22-09-2018].

Hobsbawm, E., & Rangert T. (1984). A invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

Fairclough, N. (2001). Discurso e mudança social. Brasília: Editora Universidade de Brasília.

Fairclough, N. (2003). Analysing discourse: Textual analysis for social research. Londres: Routledge. https://doi.org/10.4324/9780203697078

Fanon, F. (2008). Pele negra, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA. https://doi.org/10.7476/9788523212148

Fernandes, F. (2008) A integração do negro na sociedade de classes: (no limiar de uma nova era) (Vol. 2). São Paulo: Globo.

Freyre, G. (2003). Casa-grande & Senzala. Formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal (48ª Ed.). São Paulo: Global.

Guimarães, A. S. A. (2006). Depois da democracia racial. Tempo social, 18(2), 269-287. https://doi.org/10.1590/S0103-20702006000200014

Holanda, S. B. de. (1995). Raízes do Brasil (26ª Ed). São Paulo: Companhia das Letras.

Koch, I. G. V. (2005). Desvendando os segredos do texto (4ª Ed.). São Paulo: Cortez.

Nunes, V. F. L. (2008). Identidade, família e letramento: representações discursivas num contexto de pobreza. Dissertação de mestrado, Universidade de Brasília, Brasília, Brasil.

Prado Júnior, C. (1994). Formação do Brasil contemporâneo (23ª Ed.). São Paulo: Editora Brasiliense.

Recupero, R. (2012). A conversação em rede: comunicação mediada por computador e redes sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina.

Recupero, R. (2014). Curtir, compartilhar, comentar: trabalho de face, conversação e redes sociais no Facebook. Verso e Reverso, XXVIII(68). https://doi.org/10.4013/ver.2014.28.68.06

Resende, V. de M., & Ramalho, V. G. V. S. (2004). Análise de Discurso Crítica, do modelo tridimensional à articulação entre práticas: implicações teórico-metodológicas. Linguagem em (Dis)curso - LemD, Tubarão, 5(1), 185-207.

Schlichthorst, C. (2000). O Rio de Janeiro como é (1824-1826): Contribuições de um diário para a história atual, os costumes e especialmente a situação da tropa estrangeira na capital do Brasil. Brasília: Senado Federal.

Silva, T. T. da. (2000). A produção social da identidade e da diferença. Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais (pp. 73-102). Petrópolis: Vozes.

Silveira, R. C. P. da, & Paula, D. G. de. (2009). A sedução na construção das manchetes em jornais paulistanos. Discurso em questão: representação, gênero, identidade, discriminação (pp. 39-47). Goiânia: Cânone Editorial.

Thompson, J. B. (1995). Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis, R. J: Vozes.

Van Dijk, T. A. (2005). Discurso, notícia e ideologia: estudos na Análise Crítica do Discurso. São Paulo: Campo das Letras.

Vieira, J. A. (2002). As abordagens críticas e não-críticas em Análise do Discurso. Análise do discurso: percursos teóricos e metodológicos (pp. 143-164). Brasília: Editora Plano.