La elección brasileña de 2018: nuevos patrones de financiación, desafección política y redes sociales

Silvana KRAUSE, Bruno MARQUES SCHAEFER, Tiago Alexandre LEME BARBOSA, Carolina PIMENTEL CORRÊA, Helcimara TELLES

Resumen


El documento analiza el patrón de financiamiento electoral de las elecciones presidenciales de 2010 a 2018 en Brasil. Sobre la base de datos del Tribunal Superior Electoral, se analizan los ingresos de los partidos y los candidatos presidenciales del período. Nuestros datos muestran que las elecciones de 2018 presentan un nuevo patrón de financiamiento que se explica por los cambios en la legislación electoral del país. Hasta 2018, las fuentes de financiamiento eran de corporaciones, pero en 2018 tenemos una competencia en la cual las partes dependen de los recursos de dinero público o de las donaciones de individuos. Nuestros hallazgos también indican que para 2018 hubo una coincidencia entre la cantidad de recursos del candidato y la cantidad de votos recibidos. En la última elección presidencial, este patrón cambia, el candidato victorioso fue uno de los que más obtuvieron ingresos, lo que muestra un cambio en la competencia política del país.


Palabras clave


financiamiento electoral; elecciones; reglas electorales; comunicación política; anti-política

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DOI: http://dx.doi.org/10.14201/rlop.22688

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