Amilburu, M.G., Bernal, A. y González Martín, M.R. (2018). Antropología de la educación. La especie educable. Madrid: Síntesis, 204 pp.
- Referencias
- Cómo citar
- Del mismo autor
- Métricas
AGUIÃO, Silvia. (2014). Fazer-se no “Estado”: uma etnografia sobre o processo de constituição dos 'LGBT' como sujeitos de direitos no Brasil contemporâneo. Tese de Doutorado: UNICAMP.
BIEHL, João. (2005). Will to live: AIDS therapies and the politics of survival. Princeton: Princeton University Press.
BIONDI, Karina. (2010). Junto e Misturado: uma etnografia do PCC. São Paulo: Terceiro Nome.
BOLDRIN, Guilherme. (2014). Monas, envolvidos e o crime: etnografia com travestis e homossexuais em uma prisão paulista. Monografia: UFSCAR.
CUNHA, Manuela Ivone da. (2007). A Prisão Segundo o Gênero. In: MOREIRA, Anabela (Org.). Educar o Outro: as questões de Gênero, dos Direitos Humanos e da Educação nas Prisões Portuguesas. Lisboa: Publicações Humanas.
DAVIS, Ângela. (2003). Are Prisons Obsolete? New York: Seven Stories Press.
FACHINNI, Regina. (2005). Sopa de Letrinhas? Movimento homossexual e produção de identidades coletivas nos anos 90. Rio de Janeiro: Garamond Universitária.
FERREIRA, Guilherme Gomes. (2005). Travestis e Prisões: Experiência social e mecanismos particulares de encarceramento. Curitiba: Multidéia.
FOUCAULT, Michel. (2001). Vigiar e punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Editora Vozes.
FOUCAULT, Michel. (1999). História da a sexualidade. 13 ed. Rio de Janeiro: Graal. v. 1: A vontade de saber.
GALVÃO, Jane. (2000). AIDS no Brasil: a agenda de construção de uma epidemia. São Paulo: Editora 34.
GODOI, Rafael. (2015). Fluxos em Cadeia: as prisões de São Paulo na virada dos tempos. Tese de Doutorado: USP.
LAGO, Natália. (2014). Mulheres na prisão: entre famílias, batalhas e a vida normal. Dissertação de Mestrado: USP.
MARQUES, Adalton. (2009). Crime, proceder, convívio-seguro: um experimento antropológico a partir de relações entre ladrões. Dissertação de Mestrado: USP.
MOUTINHO, Laura. (2014). Diferenças e desigualdades negociadas: raça, sexualidade e gênero em produções acadêmicas recentes. Cadernos Pagu, vol. 42.
NUNES DIAS, Camila Caldeira. (2011). Da pulverização ao monopólio da violência: expansão e consolidação do Primeiro Comando da Capital no sistema carcerário paulista. Tese de Doutorado: USP.
PADOVANI, Natália Corazza. (2011). No olho do furacão: conjugalidades homossexuais e o direito à visita íntima na Penitenciária Feminina da Capital. Cadernos Pagu, vol. 37.
PADOVANI, Natália Corazza. (2015). Sobre casos e casamentos: Afetos e “amores” através de penitenciárias femininas em São Paulo e Barcelona. Tese de Doutorado: UNICAMP.
PASSOS, Amilton Gustavo da Silva. (2014). Uma Ala Para Travestis, Gays e Seus Maridos: Pedagogias institucionais da sobrevivência no Presídio Central de Porto Alegre. Dissertação de Mestrado: UFRGS.
RAMALHO, José Ricardo. (2008). Mundo do Crime: a ordem pelo avesso. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais.
VARELLA, Dráuzio. (2004). Estação Carandiru. São Paulo: Cia. das Letras.
VIANNA, Adriana (Org.). (2013). O fazer e o desfazer dos direitos: experiências etnográficas sobre política, administração e moralidades. Rio de Janeiro: E-Papers.
ZAMBONI, Marcio. (2015). O Barraco das Bichas na Cadeia dos Coisas: notas etnográficas sobre a diversidade sexual e de gênero no sistema penitenciário. Montevideo: XI RAM.
BIEHL, João. (2005). Will to live: AIDS therapies and the politics of survival. Princeton: Princeton University Press.
BIONDI, Karina. (2010). Junto e Misturado: uma etnografia do PCC. São Paulo: Terceiro Nome.
BOLDRIN, Guilherme. (2014). Monas, envolvidos e o crime: etnografia com travestis e homossexuais em uma prisão paulista. Monografia: UFSCAR.
CUNHA, Manuela Ivone da. (2007). A Prisão Segundo o Gênero. In: MOREIRA, Anabela (Org.). Educar o Outro: as questões de Gênero, dos Direitos Humanos e da Educação nas Prisões Portuguesas. Lisboa: Publicações Humanas.
DAVIS, Ângela. (2003). Are Prisons Obsolete? New York: Seven Stories Press.
FACHINNI, Regina. (2005). Sopa de Letrinhas? Movimento homossexual e produção de identidades coletivas nos anos 90. Rio de Janeiro: Garamond Universitária.
FERREIRA, Guilherme Gomes. (2005). Travestis e Prisões: Experiência social e mecanismos particulares de encarceramento. Curitiba: Multidéia.
FOUCAULT, Michel. (2001). Vigiar e punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Editora Vozes.
FOUCAULT, Michel. (1999). História da a sexualidade. 13 ed. Rio de Janeiro: Graal. v. 1: A vontade de saber.
GALVÃO, Jane. (2000). AIDS no Brasil: a agenda de construção de uma epidemia. São Paulo: Editora 34.
GODOI, Rafael. (2015). Fluxos em Cadeia: as prisões de São Paulo na virada dos tempos. Tese de Doutorado: USP.
LAGO, Natália. (2014). Mulheres na prisão: entre famílias, batalhas e a vida normal. Dissertação de Mestrado: USP.
MARQUES, Adalton. (2009). Crime, proceder, convívio-seguro: um experimento antropológico a partir de relações entre ladrões. Dissertação de Mestrado: USP.
MOUTINHO, Laura. (2014). Diferenças e desigualdades negociadas: raça, sexualidade e gênero em produções acadêmicas recentes. Cadernos Pagu, vol. 42.
NUNES DIAS, Camila Caldeira. (2011). Da pulverização ao monopólio da violência: expansão e consolidação do Primeiro Comando da Capital no sistema carcerário paulista. Tese de Doutorado: USP.
PADOVANI, Natália Corazza. (2011). No olho do furacão: conjugalidades homossexuais e o direito à visita íntima na Penitenciária Feminina da Capital. Cadernos Pagu, vol. 37.
PADOVANI, Natália Corazza. (2015). Sobre casos e casamentos: Afetos e “amores” através de penitenciárias femininas em São Paulo e Barcelona. Tese de Doutorado: UNICAMP.
PASSOS, Amilton Gustavo da Silva. (2014). Uma Ala Para Travestis, Gays e Seus Maridos: Pedagogias institucionais da sobrevivência no Presídio Central de Porto Alegre. Dissertação de Mestrado: UFRGS.
RAMALHO, José Ricardo. (2008). Mundo do Crime: a ordem pelo avesso. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais.
VARELLA, Dráuzio. (2004). Estação Carandiru. São Paulo: Cia. das Letras.
VIANNA, Adriana (Org.). (2013). O fazer e o desfazer dos direitos: experiências etnográficas sobre política, administração e moralidades. Rio de Janeiro: E-Papers.
ZAMBONI, Marcio. (2015). O Barraco das Bichas na Cadeia dos Coisas: notas etnográficas sobre a diversidade sexual e de gênero no sistema penitenciário. Montevideo: XI RAM.
Amilburu, M.G., Bernal, A. y González Martín, M.R. (2018). Antropología de la educación. La especie educable. Madrid: Síntesis, 204 pp. (2019). Teoría de la Educación. Revista Interuniversitaria, 31(2), 231-233. https://doi.org/10.14201/teri.20924
+
−