Contenido principal del artículo

Camila Carneiro
Brasil
Biografía
Oliveira Aline
Brasil
Biografía
Carvalho Andreia
Brasil
Biografía
Fabiola Dach Gabriela
Brasil
Biografía
Debora Grossi
Brasil
Biografía
FINO 2019, Cancún, México, Comunicación FINO, Páginas 2.13
DOI: https://doi.org/10.14201/orl.21098
Derechos de autor Cómo citar

Resumen

Introdução Migrânea e sintomas vestibulares são comuns na prática clínica e podem se apresentar de diversas maneiras. A compreensão da relação da migrânea com os sintomas vestibulares ainda é um desafio. Objetivos Avaliar os aspectos emocionais e a função vestibular de pacientes com migrânea comparados a um grupo controle. Métodos Mulheres entre 18 e 55 anos diagnosticadas por neurologistas foram classificadas em migrânea sem aura (n=30), migrânea com aura (n=30), migrânea crônica (n=30) e controle (n=30). A incapacidade relacionada aos sintomas vestibulares foi avaliada através do Dizziness Handcap Inventory (DHI); o score de depressão pelo PQ-9; a avaliação vestibular pela eletronistagmografia e prova rotatória pendular decrescente (rotational chair). Resultados Os grupos foram pareados por idade (média de 32.7 anos). A tontura não vertiginosa foi a mais prevalente nos três grupos com cefaleia (x² 66.6; p<0.001). A presença de fotofobia durante os episódios de tontura foi significativa (x² 60.6; p<0.001): 63.3% no grupo migrânea sem aura, 86.7% no migrânea com aura, 73.3% no migrânea crônica. Assim como na fonofobia (x² 61.8; p<0.001): 50% na migrânea sem aura, 83.3% na migrânea com aura, 70% na migrânea crônica.O DHI apresentou maior média de score nos grupos com migrânea: sem aura, 22.06; com aura, 39.73; e crônica, 31.93 e no controle 1.4; Em todos os grupos com migrânea os aspectos físicos do DHI tiveram maior impacto se comparados aos funcionais e emocionais. A intensidade da depressão por meio do PQ-9 foi minima no grupo controle (53.3%), leve nos grupos migrânea sem aura (36.7%) e com aura (33.3%), e moderada no grupo migrânea crônica (30%). Nos testes de função vestibular, a prova rotatória pendular decrescente apresentou alteração (assimetria e/ou elevados valores de velocidade angular da componente lenta do nistagmo) em 30% no grupo controle, 53.3% no grupo migrânea sem aura, 76.7% no migrânea com aura, 63.3% no migrânea crônica. A eletronistagmografia mostrou maior prevalência de exames dentro da normalidade nos grupos controle (83.3%) e migrânea sem aura (40%). Nos grupos migrânea com aura e migrânea crônica se destacam a prevalência de exames com alterações centrais e periféricas (mistas): 50% e 36.7%, respectivamente (x² 41; p<0.001). Conclusão A análise dos aspectos emocionais evidencia maior intensidade de sintomas depressivos nos grupos com migrânea, assim como maior impacto da tontura nessas pacientes, principalmente nos grupos de migrânea com aura e crônica. A presença de sintomas como foto e fonofobia durante os episódios de tontura revela o possível link entre vias trigeminais e vestibulares. O processo disfuncional apresentado pelas pacientes portadoras de migrânea, potencializado pela presença de aura ou cronicidade dos sintomas, torna-se ainda mais complexo pelas alterações nos testes pendular e eletronistagmografia sugestivos de alterações mistas. Dessa forma fica evidente a importância de uma abordagem multidisciplinar na avaliação dos pacientes e que a migrânea pode ser um preditor da incapacidade relacionada à tontura. III. Tópico 16 Migranas incluyendo migrana vestibular

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Detalles del artículo