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Andrez Tomaz
Brasil
Biografía
Rafael da Costa Monsanto
Brasil
Biografía
Flávia Salvaterra Cusin
Brasil
Biografía
Ana Luisa Papi Asemodel
Brasil
Biografía
Norma de Oliveira Penido
Brasil
Biografía
FINO 2019, Cancún, México, Comunicación FINO, Páginas 2.4
DOI: https://doi.org/10.14201/orl.20994
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Resumen

Introdução: A otite média crônica (OMC) é uma doença de elevada prevalência mundial, com a associação de diversas sequelas, que inclui perda auditiva e alterações na comunicação, processamento auditivo, desenvolvimento psicossocial e cognitivo. Recentemente, foi associada à presença de possíveis sequelas vestibulares. Objetivo: Determinar a incidência de anormalidades do reflexo vestíbulo ocular (RVO) em pacientes com OMC. Método: Estudo transversal, descritivo e analítico dos dados de pacientes diagnosticados com OMC unilateral ou bilateral. Os pacientes com diagnóstico de OMC foram categorizados em 3 grupos, de acordo com alterações em exame físico: (1) Perfuração crônica de membrana timpânica (PCMT) causada por otite média, com supuração infrequente; (2) Otite Média Crônica Supurativa (OMCS), definida pela presença de perfuração de membrana timpânica associada à supuração frequente ou intratável, sem colesteatoma; e (3) Otite Média Crônica Colesteatomatosa (OMCC), definida como a presença de colesteatoma em orelha média (com ou sem supuração frequente). Os pacientes com doença bilateral foram agrupados da seguinte forma: pelo menos uma orelha com colesteatoma - grupo colesteatoma; pelo menos uma orelha com OMCS, sem colesteatoma - grupo OMCS; ambas as orelhas tinham PCMT - grupos PCMT. Utilizando-se os mesmos critérios de inclusão e exclusão da seleção de pacientes com OMC, selecionamos voluntários sem história de doença otológica. Para avaliação da função dos CSCs e RVO, realizamos o vHIT. O equipamento utilizado (ICS Impulse; Otomerics; Taastrup, Dinamarca). A análise dos resultados considerou o ganho e a simetria do RVO para os impulsos cefálicos nas direções pertinentes à estimulação CSCs laterais e verticais e presença de sacadas cobertas (covert) e/ou descobertas (overt). Resultados: O grupo OMC incluiu um total de 98 pacientes que foram submetidos ao vHIT. Em relação ao tipo de OMC, 44 (44.9%) foram classificados como PCMT, 23 (23.4%) OMCS, e 31 (31.7%) OMCC; a idade média do grupo OMC era 42.9 anos. O grupo controle incluiu 49 voluntários, com idade média de 39.1 anos. Não houve diferença estatisticamente significativa entre a idade média dos grupos de OMC em comparação com o grupo controle (P>0.05). O vHIT não mostrou diferenças significativas no ganho ou simetria do RVO entre os grupos OMC (total e subgrupos) e controle (p> 0.05). Encontramos resultados anormais em 9 de 98 (9,1%) testes nos grupos OMC (2, unilateral; 7, bilateral). Os CSCs que produziram resultados anormais foram os posteriores em 4 pacientes e os laterais em 5. As sacadas observadas nos CSCs laterais foram classificadas como cobertas em 4 e descobertas em 2. Nenhum dos voluntários do grupo de controle apresentou resultados anormais de vHIT. Conclusão: Os resultados obtidos demonstram que não houve diferenças significativas entre os resultados do vHIT em pacientes com OMC em comparação com controles. Dentre possíveis hipóteses para a ausência de alterações no grupo OMC em comparação aos controles incluem (1) a possibilidade da sensibilidade do vHIT não ser suficiente para detecção de alterações crônicas e compensadas na função dos canais semicirculares; ou (2) que a função dos canais semicirculares não seja afetada significativamente pela presença de OMC. III. Tópico 06 Impulso cefálico 

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