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Enrique Couceiro Domínguez
Universidade da Coruña
España
https://orcid.org/0000-0001-6115-2030
Biografía
Núm. 11 (2021): Carmelo Lisón Tolosana en perspectiva, Artículos, Páginas 69-91
DOI: https://doi.org/10.14201/rea2021116991
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Resumen

De forma expresa y reiterada, Carmelo Lisón recalca la centralidad de la palabra y el oír en la investigación antropológica. En este terreno, su atención abarca desde la indagación hermenéutica de los campos semánticos de las ‘palabras-percha’ a los relatos locales en torno a las aporías existenciales. No obstante, el discurso de sus monografías gallegas pone de manifiesto que en su quehacer etnográfico la vía visual también resulta decisiva para el registro de los episodios y, en ellos, para la cuidada creación de su narrativa textual. Esta pinza técnica que articula lo escuchado y lo observado es conforme con el método socio-hermenéutico característico de la antropología lisoniana, orientada a la comprensión e interpretación tentativa de los universos simbólicos de significados y valores culturales, incluidos sus aspectos más recónditos e inefables –lo que se vehicula a través del relato local-, pero siempre anclando la exégesis en una densa contextualización, sobre la roca sólida del análisis socio-estructural y ecológico de las condiciones reales de existencia de los colectivos humanos –lo que asimismo implica desarrollar una metódica perspectiva observadora-. En la elaboración de sus monografías, Lisón convoca una plétora etnográfica de fragmentos testimoniales en estilo directo que actúa como inicial hipotexto, cuya polifonía enriquece notablemente el hipertexto; su narrativa escrita de antropólogo-autor. Este es uno de los recursos del investigador que más sólida veracidad confieren a la ficción monográfica, al informarla con la experiencia local verbalizada. Se logra consolidar así, con eficacia inigualada, un género propiamente antropológico.

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