Contenido principal del artículo

Mariana De Araujo Aguiar
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Biografía
Gabriel Da Silva Vidal Cid
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
https://orcid.org/0000-0003-0479-041X
Biografía
Vol. 6 Núm. 13 (2019): Segundo Semestre 2019, Sección General, Páginas 35-47
DOI: https://doi.org/10.14201/reb20196133547
Cómo citar

Resumen

Tenemos por objetivo analizar el proceso de construcción del campo del patrimonio inmaterial a través de la relación entre las políticas culturales brasileñas y los marcos legales internacionales que refuerzan un camino de valorización de la identidad como herramienta de articulación de derechos. A partir de un recorrido histórico, observamos cómo la política de patrimonio inmaterial ha permitido la ampliación de la participación de diferentes agentes y, consecuentemente, la ampliación, también, de los derechos culturales. Sin embargo, percibimos que, en el marco de la política de patrimonio material, ese aspecto no se observa en la misma medida, reflejando límites a los avances de las acciones públicas de patrimonialización, que se ven impregnadas por limitaciones a la efectividad de la ciudadanía cultural.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Detalles del artículo

Citas

Alves, E. P. M. (2011). O lugar das culturas populares no sistema Minc: o sertão e a institucionalização das políticas culturais para as culturais para as culturas populares. In E. P. M. Alves (Org.). Políticas culturais para as culturas populares no Brasil contemporâneo. Maceió: EDUFAL.

Barbalho, A. (2016). O Minc e a gestão Ana de Holanda: mobilização e crise na política e no campo da cultura. Anais do VII Seminário Internacional de Políticas Culturais. Rio de Janeiro: Casa de Rui Barbosa.

Bourdieu, P. (1989). O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.

Bourdieu, P. (2007). A Distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: EDUSP; Porto Alegre: Zouk.

Calabre, L. (2009). Políticas culturais no Brasil: dos anos 1930 ao século XXI. Rio de Janeiro: FGV.

Calabre, L. (2015). Notas sobre os rumos das políticas culturais no Brasil nos anos 2011-2014. In L. Calabre, A. A. Rubim, & A. Barbalho. Políticas culturais no governo Dilma. Salvador: EdUFBA.

Candau, J. (2011). Memória e identidade. São Paulo: Contexto.

Castro, M. L. V., & Fonseca, M. C. L. (2008). Patrimônio imaterial no Brasil. Brasília: Unesco/ Educarte.

Chartier, R. (1990). A história cultural: entre práticas e representações. Lisboa: Difel.

Chaui, M. (1989). Cultura e democracia: o discurso competente e outras falas. São Paulo: Cortez.

Coelho, T. (2011). Direito cultural no século XXI: expectativa e complexidade. Revista Observatório Itaú Cultural. São Paulo: Instituto Cultural Itaú.

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal.

Corrêa, A. F. (2007). Metamorfoses Conceituais do Museu de Magia Negra: primeiro patrimônio etnográfico do Brasil. In M. F. Lima Filho, J. F. Beltrão, & C. Eckert (Org.). Antropologia e patrimônio cultural: diálogos e desafios contemporâneos. Blumenau: Nova Letra.

Coutinho, C. N. (2005). Cultura e sociedade no Brasil: ensaios sobre ideias e formas. Rio de Janeiro: DP&A.

Domingues, J. L. P. (2008). Programa Cultura Viva: políticas culturais para a emancipação das classes populares. Dissertação de mestrado, Universidade de Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

Domingues, J. L. P. (2011). Cultura Viva: a introdução de novos atores na política cultural brasileira. In E. P. M. Alves (Org.). Políticas culturais para as culturas populares no Brasil contemporâneo. Maceió: Ed. EDUFAL.

Domingues, J. L. P., & Lopes, G. (2014). Ministério da Cultura: entre o carisma e a coalizão. Desigualdade & Diversidade - Revista de Ciências Sociais da PUC-Rio, nº 14, 4-38.

Dória, C. A. (2003). Os federais da Cultura. São Paulo: Biruta.

Eisenstadt, S. N. (2001). Modernidades Múltiplas. Sociologia, Problemas e Práticas, nº 35, 139-163.

Elias, N. (1998). Sobre o tempo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.

Elias, N. (2000). Os estabelecidos e os outsiders: sociologia das relações de poder a parir de uma pequena comunidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.

Figueiredo, A & Limongi, F. (1998). Bases institucionais do presidencialismo de coalizão. Lua Nova, nº 44, 81-106. - https://doi.org/10.1590/S0102-64451998000200005

Fonseca, M. C. L. (1996). Da modernização à participação: a política federal de preservação nos anos 70 e 80. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, nº 24, 154-163.

Fonseca, M. C. L. (2001). Referências Culturais: Base para novas políticas de patrimônio. Políticas sociais: acompanhamento e análise. Brasília: IPEA.

Fonseca, M. C. L. (2009). O Patrimônio em processo: trajetória da política federal de preservação no Brasil. Rio de Janeiro: EdUFRJ.

Gil, G. (2003). Discursos do Ministro da Cultura Gilberto Gil. Brasília: Ministério da Cultura.

Goffman, E. (1988). Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Gonçalves, J. R. (2007). Antropologia dos Objetos: coleções museus e patrimônios. Rio de Janeiro: Minc/IPHAN/Departamento de Museus e Centro Culturais.

Ianni, O. (1991). Ensaios de Sociologia da Cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2007). Sistemas de informações e indicadores culturais: 2003-2005/IBGE. Diretoria de Pesquisas, Rio de Janeiro: IBGE.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2013). Sistemas de informações e indicadores culturais: 2007-2010/IBGE. Diretoria de Pesquisas, Rio de Janeiro: IBGE.

Kauark, G. (2013) Os direitos culturais e seu lugar no plano nacional de cultura do Brasil. Anais Seminário Internacional Políticas Culturais. Rio de Janeiro: FCRB. - https://doi.org/10.9771/1983-3717pcr.v7i1.10657

Laaksonen, A. (2011). O direito de ter acesso à cultura e dela participar como características fundamentais dos direitos culturais. Revista Observatório Itaú Cultural / OIC, São Paulo, nº 11, 49-60.

Lavalle, A. G. (2003). Cidadania, Igualdade e diferença, Lua Nova, nº 59, 75-93. - https://doi.org/10.1590/S0102-64452003000200004

Mata-Machado, B. N. (2007). Direitos humanos e direitos culturais. Recuperado de [https://issuu.com/centrodepesquisaeformacao/docs/direitos-humanos-e-direitos-cultura].Consultado [05-10-2017].

Meneses, U. B. (2009). O campo do patrimônio cultural: uma revisão de premissas. 1º Fórum Nacional de Patrimônio Cultural. Ouro Preto: IPHAN.

Meyer-Bisch, P. (2011). A centralidade dos direitos culturais, pontos de contato entre diversidade e direitos humanos. Revista Observatório Itaú Cultural / OIC, São Paulo, nº 11, 27-42.

Motta, L. (2017). Sítios urbanos e referência cultural: a situação exemplar da Maré. Tese de doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

Nora, P. (1993). Entre Memória e História: a problemática dos lugares. Projeto História, nº 10, 7-28.

Oliveira, A. G. (2004). Salvaguarda do Patrimônio Cultural: Bases para constituição de direitos. Anais Seminário Propriedade Intelectual e Patrimônio Cultural: proteção do conhecimento e das expressões culturais tradicionais. Belém: Cesupa/MPEG.

Organização das Nações Unidas (2009). Declaração Universal dos Direitos Humanos. Recuperado de [https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2018/10/DUDH.pdf]. Consultado [21-05-2018].

Ortiz, R. (2006). A moderna tradição brasileira. São Paulo: Brasiliense.

Pollack, M. (1989). Memória, esquecimento, silêncio. Estudos Históricos, 2(3), 3-15.

Pollak, M. (1992). Memória e identidade social. Estudos Históricos, 5(10), 200-212.

Poulout, D. (2009). Uma história do patrimônio no Ocidente, séculos XVIII-XXI: do monumento aos valores. São Paulo: Estação Liberdade.

Rubim, A. A. C. (2008). Políticas culturais do governo Lula/Gil: desafios e enfrentamentos. Intercom - Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, 31 (1), 183-203.

Rubino, S. (1996). O mapa do Brasil Passado. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, nº 24, 97-105.

Sant'anna, M. (Org.). (2012). O registro do patrimônio imaterial; dossiê final das atividades da Comissão e do grupo de trabalho patrimônio imaterial. Brasília, IPHAN.

Santos, M. S. S. (2003). Memória coletiva & teoria social. São Paulo: Annablume.

Santos, M. S. S. (2013). Memória coletiva e identidade nacional. São Paulo: Annablume.

Sarlo, B. (2009). Tempo passado: cultura da memória e guinada subjetiva. São Paulo: Companhia das Letras; Belo Horizonte: Ed. UFMG.

Schwarz, R. (2009). Cultura e política. São Paulo: Paz e Terra.

Spivak, G. C. (2010). Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: EdUFMG.

Velho, G. (2007). Patrimônio, negociação e conflito. In M. F. Lima Filho, J. F. Beltrão, & C. Eckert (Org.). Antropologia e patrimônio cultural: diálogos e desafios contemporâneos. Blumenau: Nova Letra.

Vilhena, L. R. (1997). Projeto e Missão: o movimento folclórico brasileiro (1947-1964), Rio de Janeiro: Ed. FGV.