Contenido principal del artículo

Enrique Rodrigues-Moura
Universität Bamberg
Alemania
Biografía
Vol. 4 Núm. 8 (2017): Segundo Semestre 2017, Sección General, Páginas 113-126
DOI: https://doi.org/10.14201/reb201748113126

Resumen

Manoel Botelho de Oliveira ha pasado a la historia de la Literatura Brasileña, entre otros méritos, por haber sido el primer poeta nacido en Brasil que publicó una obra literaria: una comedia en castellano y un libro de poesías en cuatro lenguas: Hay amigo para amigo (Coimbra, 1663) y Música do Parnaso (Lisboa, 1705). Teniendo como fuente la Biblioteca Lusitana (1741-1759) de Barbosa Machado, la crítica considera que Botelho de Oliveira nació en Salvador de Bahía en 1636, donde vendría a fallecer en 1711. El objetivo de este artículo, basándose en métodos filológicos de investigación, reside en la discusión crítica de la fiabilidad de estos datos. Partiendo de una lectura biográfica de su silva "À Ilha de Maré”, algunos críticos como José Veríssimo han señalado que esta isla habría sido su patria chica. Aquí, según documentación inédita conservada en la Torre do Tombo (Lisboa), se apunta a Sergipe do Conde como un posible lugar de nacimiento del poeta. No obstante, teniendo en consideración los datos conocidos y algunos inéditos que aquí se presentan, también conservados en la Torre do Tombo, lo más seguro es continuar considerando que Manoel Botelho de Oliveira era natural de la ciudad de São Salvador de Bahía de Todos los Santos.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Detalles del artículo

Citas

Amora, A. S. (1965). A literatura da expansão portuguesa ultramarina, e particularmente Os Lusíadas, como principais elementos informadores da Silva ‘À Ilha de Maré’ de Manuel Botelho de Oliveira. Actas do V Colóquio de Estudos LusoBrasileiros (1963) (pp. 465-468). Coimbra: Universidade de Coimbra.

Arellano, I. (1988). Convenciones y rasgos genéricos en la comedia de capa y espada. Cuadernos de Teatro Clásico, 1, 27-49.

Arellano, I. (1995). Historia del teatro español del siglo XVII. Madrid: Cátedra.

Bastos, H. T. (1920). Vida do estudante de Coimbra. Coimbra: Imprensa da Universidade.

Blake, A. V. A. S. (1970). Diccionario bibliographico brazileiro (1ª ed. 1883-1902, 7 vols.). Rio de Janeiro: Tipografia Nacional.

Bluteau, R. (1712-1728). Vocabulário português e latino ( 8 vols.). Coimbra: Real Colégio das Artes da Companhia de Jesu.

Calmon, P. (1949). História da literatura bahiana. Salvador: Prefeitura do Salvador.

Calmon, P. (1985). Introdução e Notas ao Catálogo Genealógico das principais Famílias de Frei Antônio de Santa Maria Jaboatão. Salvador: Empresa Gráfica da Bahia.

Candido, A. (1997). Formação da literatura brasileira: momentos decisivos (1750-1836) (1ª ed. 1959, 2 vol.). São Paulo: Livraria Martins Editores.

Costa, A. (1955). Baïanos de Antanho. Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti Editores.

Coutinho, Afrânio (1981). Conceito de Literatura Brasileira (1ª ed. 1960). Petrópolis: Ed. Vozes.

Couto, D. L. (1981). Desagravos do Brasil e Glórias de Pernambuco. Recife: Fundação de Cultura Cidade do Recife.

Cunha, M. (2007). O autor e a obra. In M. Ferin Cunha (Ed.). A. Barbosa Bacelar. Obras poéticas de António Barbosa Bacelar (1610-1663) (pp. 13-68). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

Domingo Cortés, J. (1875). Diccionario Biográfico Americano. Paris: Tipografía Lahure.

Estatutos da Universidade de Coimbra (1987). (1ª ed. 1654) Coimbra: Universidade de Coimbra.

Evolução física de Salvador (1979). Salvador: Centro de Estudos da Arquitetura na Bahia / UFBA.

Fonseca, F. T. da (1997). Os corpos académicos e os servidores. Universidade de Coimbra. In História da Universidade em Portugal (1537-1771) (pp. 499-600). Coimbra: Universidade de Coimbra / Fundação Calouste Gulbenkian.

Garcia, R. (1948). Bento Teixeira - brasileiro ou português?. Autores e Livros (1ª ed. 1937, vol. IX, 15 de agosto), 69-70.

Herrero, V. M. & Aguayo, L. R. N. (Eds.). (1990). Índice Biográfico de España Portugal e Iberoamérica (IBEPI). Múnich, New Providence, Londres, Paris: K. G. Saur.

Inventário de proteção do acervo cultural da Bahia. Monumentos do município do Salvador (1997) ( vol. I). Salvador: Governo do Estado da Bahia.

Machado, D. B. (1966). Biblioteca Lusitana (1ª ed. 1741-1759). Coimbra: Atlântida Editora.

Mello, J. A. G. de (1996). Gente de Nação: Cristãos-novos e judeus em Pernambuco, 1542-1654. Recife: FUNDAJ / Ed. Massangana.

Oliveira, M. B. (1705). Música do Parnasso dividida em quatro coros de rimas portuguesas, castelhanas, italianas & latinas. Lisboa: na Officina de Miguel Manescal.

Oliveira, M. B. (1971). Lyra Sacra (Heitor Martins ed.). São Paulo: Secretaria da Cultura, Esportes e Turismo.

Peres, F. R & La Regina, S. (2000). Um Códice setecentista: inédito de Gregório de Mattos. Salvador: EDUFBA.

Peres, F. R. (1983). Gregório de Mattos e Guerra: uma re-visão biográfica. Salvador: Macunaíma.

Pinho, W. (1946). História de um Engenho do Recôncavo: Matoim – Novo – Caboto – Freguezia. 1552-1944. Rio de Janeiro: Zélio Valverde.

Pinto, M. de S. (1926). Manuel Botelho de Oliveira (16361711). Revista de História, 57-60, año XV (15), 182-198.

Pita, S. da R. (1976). História da América Portuguesa (1ª ed. 1730, Pedro Calmon ed.). Belo Horizonte, São Paulo: Itatiaia, EDUSP.

Rodrigues-Moura, E. (2005). Manoel Botelho de Oliveira, autor del impreso Hay amigo para amigo. Comedia famosa y nueva , Coimbra, Oficina de Tomé Carvalho, 1663. Revista Iberoamericana, 211 (LXXI), 555-573.

Rodrigues-Moura, E. (2008). El abogado y poeta Manoel Botelho de Oliveira (1636-1711): ‘ infamado de cristão novo ’. Hispania Judaica Bulletin, 6, 105-129.

Rodrigues-Moura, E. (2009). Manoel Botelho de Oliveira em Coimbra. A comédia Hay amigo para amigo (1663). Navegações. Revista de Cultura e Literaturas de Língua Portuguesa, 1 (2), 31-38. https://doi.org/10.5195/REVIBEROAMER.2005.5451

Ruy, A. (2002). História da Câmara Municipal da Cidade de Salvador (1ª de 1949). Salvador: Câmara Municipal.

Schwartz, S. B. (1999). Segredos internos. Engenhos e escravos na sociedade colonial 1550-1835 (1ª de 1985). São Paulo: Companhia das Letras.

Silva, I. F. da (1858-1862). Diccionario Bibliographico Portuguez. Estudos applicaveis a Portugal e ao Brazil . 7 tomos. Lisboa: Imprensa Nacional.

Silva, J. M. P. da (1843). Parnaso Brasileiro ou Seleção de Poesias dos melhores Poetas Brasileiros desde o Descobrimento do Brasil, precedida de uma Introducção Histórica e Biográfica sobre a Literatura Brasileira . Rio de Janeiro: Eduardo e Henrique Laemmert.

Silva, J. M. P. da (1843). Parnaso Brazileiro ou selecção de poesias dos melhores poetas brazileiros desde o descobrimento do Brasil precedida de uma introducção histórica e biographica sobre a litteratura Brazileira. Séculos XVI, XVII e XVIII. Rio de Janeiro: Eduardo e Henrique Laemmert.

Silva, J. M. P. da (1847). Plutarco Brasileiro. Rio de Janeiro: Laemmert.

Silva, J. M. P. da (1858). Os varões illustres do Brazil durante os tempos coloniáes. Paris: Livraria de A. Franck, Livraria de Guillaumin.

Silva, J. M. P. da (1884). Nacionalidade, Língua e Literatura de Portugal e Brasil . Paris: Guillard, Aillaud y Ca. Silva, J. N. de S. S. (1841). Modulações poéticas, precedidas de um bosquejo da poesia brasileira . Rio de Janeiro: Tipografia Francesa.

Silva, J. N. de S. S. (1844). Mosáico poético; poesias brasileiras antigas e modernas, raras e inéditas, acompanhadas de notas, notícias biográficas e críticas, e de uma introdução sobre a literatura nacional, publicado sob os ausícios de uma Associação. Rio de Janeiro: Tipografia de Berthe & Haring.

Sousa, J. G. de (1972). Em tôrno do poeta Bento Teixeira. São Paulo: IEB.

Veríssimo, J. (1916). A nossa evolução litteraria. Conferencia realisada a 26 de setembro de 1912 pelo Prof. José Veríssimo. Annaes da Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro , vol. XXXV, 11-21.

Veríssimo, J. (1969). História da Literatura Brasileira. De Bento Teixeira a Machado de Assis (1ª ed. 1916). Rio de Janeiro: José Olympio.

Zugasti, M. (2003). Comedia palatina cómica y comedia palatina seria en el Siglo de Oro. In E. Galar & B. Oteiza (Eds.). El sustento de los discretos. La dramaturgia áulica de Tirso de Molina (pp. 159-185). Pamplona: Instituto de Estudios Tirsianos.