O autor e suas máscaras: Cervantes y Machado de Assis
Resumo
Cervantes e Machado de Assis, como seus grandes romances, Dom Quixote e Memórias póstumas de Brás Cubas, surgiram em dois momentos históricos e estéticos cruciais. Suas obras contribuíram para uma nova abordagem tanto no tratamento do autor quanto na estrutura narrativa. Por diferentes razões, Machado e Cervantes decidiram se ocultar atrás de personagens fictícios. O mascaramento do autor se deveu à necessidade, pois desde fingidos anonimatos, quanto desde o humor, ambos os romancistas puderam descrever mais livremente as sociedades nas quais viveram.
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Cervantes, M. de. (2000). Don Quijote de la Mancha. Madrid: Cátedra, Letras Hispánicas.
Fuentes, C. (1998). Machado de La Mancha. Quimera (175), 8-17.
Machado de Assis, J. M. (2008). Memórias póstumas de Brás Cubas. In J. M. Machado de Assis. Obra completa em quatro volumes. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar.
Redondo, A. (2016). Don Quijote y el libro. Revista de Occidente (427), 68-88.
Riley, E. (1971). Teoría de la novela en Cervantes. Madrid: Taurus.
Ríos, J. (2001). Aventuras póstumas de Machado de Assis. Quimera, Barcelona, 16-20.
Sola, E. (2016). Cervantes libertario. Madrid: Fulminantes.
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Maura, A. (2018). O autor e suas máscaras: Cervantes y Machado de Assis. Revista De Estudios Brasileños, 5(9), 54–60. https://doi.org/10.14201/reb2018595460
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