«Aos pés de vossa alteza, sereníssimo príncipe»: D. Teodósio de Bragança (1634-1653) e as dedicatórias em obras impressas
Resumen
Teodosio, hijo primogénito de Juan IV de Portugal y de Luiza de Guzmán, fue el heredero al trono portugués entre 1640 y 1653. Personalidad prominente a mediados del siglo xvii, su erudición atrajo a numerosos intelectuales. Uno de los casos más relevantes se relaciona con la dedicatoria de libros —se conocen catorce obras publicadas—. Sus autores, destacados miembros de la sociedad portuguesa, procuraron dignificar su labor asociando el nombre del príncipe a la portada. También vincularon al heredero del trono con cuestiones culturales y políticas, en particular con la continuidad de la dinastía de Braganza.
- Referencias
- Cómo citar
- Del mismo autor
- Métricas
Fontes Manuscritas
Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT). Lisboa. Portugal.
Gavetas, Gaveta 20, maço 16, n.º 15.
Manuscritos da Livraria, n.º 170; 1059.
Miscelâneas Manuscritas, vol. 3.
Biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa (BACL). Lisboa. Portugal.
Manuscritos, Série Vermelha, cód. 657.
Biblioteca da Ajuda (BA). Lisboa. Portugal.
51-VI-15; 51-VIII-39; 51-X-18; 51-X-19.
Bibliothéque Nationale de France (BNF). Paris. França.
Fonds Portugais, n.º 26
Fontes Impressas
Andrade, J. F. (1651). Vida de D. João de Castro, quarto viso-rey da Índia. Lisboa. Oficina Craesbeeckiana.
Andrade, L. (1653). Breve relaçam do enterro que se fes em 17 de Mayo de 1653, ao Serenissimo Principe o S[enhor] D. Theodosio, desde os Paços de Alcântara, ao Real Convento de Belém, onde foi depositado. Lisboa: António Álvares.
Arrais, D. M. (1650). Novae philosophiae et medicinae de qualitatibus occultis a nemine unquam excultae. Lisboa: Manuel Gomes de Carvalho.
Calado, M. (1648). O Valeroso Lucideno e triumpho da liberdade. Lisboa: Paulo Craesbeeck.
Castro, G. P. (1636). Ulysseia ou Lysboa Edificada: poema heroyco. Lisboa: Lourenço Craesbeeck.
Castro, G. P. (1642). Ulysseia ou Lysboa Edificada: poema heroyco. S.l.: S.n.
Carvalho, J. M. (1642). Dezengaños offerecidos al Catholico Principe D. Phellipe el IV. Lisboa: Lourenço Anvers.
Carvalho, J. (1650). Ao Príncipe Dom Theodosio N[osso] Senhor. In V. Malvezzi, Vida do Conde-Duque escrita pello marquez Virgilio Malvesi na língua italiana (pp. não num). Lisboa: Manuel Gomes de Carvalho.
Domingues, J. B. (1747). Vida do Principe D. Theodosio, offerecida a Santa Joana, Princeza de Portugal. Lisboa: Oficina dos Herdeiros de António Pedroso Galram, 1747.
Figueiroa, D. F. (1642). Theatro da mayor façanha, e gloria portugueza. Lisboa: Oficina de Domingos Lopes da Rosa.
Freire, M. R. (1642). Regra Militar offerecida ao Serenissimo Principe Dom Theodosio nosso Senhor, com huuma relaçam do que fes a Villa de Barcelos, depois que foy aclamado Rey, & S[e]n[ho]r sua Magestade, até o primeiro de Janeiro 1642. Lisboa: Oficina de Domingos Lopes da Rosa.
Luís, M. (1680). Theodosius Lusitanus perfecti vera effigies: rerum sub id tempus in Lusitania praeclarè gestarum nativis coloribus illuminata. Évora: Oficina da Universidade de Évora.
Macedo, A. S. (1643). Genealogia Regum Lusitanae. Londres: Richard Hearn.
Macedo, A. S. (1651). Armonia Politica dos documentos divinos com as conveniencias d’ Estado: exemplar de principes no governo dos gloriosíssimos reys de Portugal: ao sereníssimo principe Dom Theodosio. Haga do Conde: Oficina de Samuel Broun.
Machado, D. B. (1741-1752). Bibliotheca Lusitana, Histórica, Crítica, e Chronológica. Na qual se compreende a notícia dos Authores Portuguezes, e das Obras, que compuzerão desde o tempo da promulgação da Ley da Graça até o tempo prezente, tomos I-III. Lisboa: Oficinas de António Isidoro da Fonseca, Inácio Rodrigues e Francisco Luís Ameno.
Malvezzi, V. (1650). Vida do Conde-Duque escrita pello marquez Virgilio Malvesi na língua italiana. Lisboa: Manuel Gomes de Carvalho.
[Meneses, J. R. S.] (1653). Elogio funeral do Principe D. Theodosio, N[osso] Senhor. Relação das exéquias e lutos com que sentio sua morte o Ex[celentíssi]mo João Ro[dri]g[ue]z de Sa Conde de Penaguião. Londres: s. n.
Meneses, L. (1679), História do Portugal Restaurado, tomo I. Lisboa: Oficina de João Galrão.
Meneses, S. C. (1650). Summa Politica: Offerecida ao Principe de Portugal D. Theodosio. Amesterdão: Simão Dias Soeiro Lusitano.
Mesquita, M. J. (1643). Relação do que socedeu na cidade de Goa e em todas as mais cidades, & fortalezas do estado da Índia, na felice acclamação del Rey Do[m] João o IIII de Portugal; e no juramento do Príncipe Dom Theodosio. Goa: Colégio de São Paulo.
Parada, A. C. (1644). Arte de reynar: ao potentíssimo Rey D. Joam IV Nosso S[e]n[h]or Restaurador da Liberdade Portuguesa. Bucelas: Paulo Craesbeeck.
Parada, A. C. (1643). Justificaçam dos portugueses sobre a acçam de libertarem seu Reyno da obediencia de Castella. Lisboa: Paulo Craesbeeck.
Pessoa, A. (2023). Ortographia pratica de varias letras. In A. Claro et. al. (coord.). Ortographia, Arithmetica e Sciencias: três tratados do Padre António Pessoa, SJ (c. 1648) (pp. 105-135). Lisboa: Scribe.
Portugal, F. (1652a). Ao Príncipe D. Theodosio Nosso Senhor. Divinos, e Humanos Versos. Lisboa. Oficina Craesbeeckiana.
Portugal, L. (1652b). Ao Príncipe Nosso Senhor. In F. Portugal. Ao Príncipe D. Theodosio Nosso Senhor. Divinos, e Humanos Versos (pp. não num). Lisboa: Oficina Craesbeeckiana.
Sousa, A. C. (1740a). História Genealógica da Casa Real Portuguesa, tomo VII. Lisboa: Régia Oficina Silviana.
Sousa, A. C. (1740b). Provas da História Genealógica da Casa Real Portuguesa, tomo IV. Lisboa: Régia Oficina Silviana.
Referências bibliográficas
Albuquerque, M. (1979). Para uma teoria do barroco em Portugal: a Summa Politica de Sebastião César de Meneses, 1649-1650. Revista de História, 2, pp. 63-101.
Almeida, P. (2020). Mulheres e cultura escrita em Portugal no século XVI: entre livros e dedicatórias. Titivillus, 6, pp. 45-62. https://doi.org/10.26754/ojs_titivillus/titivillus.20204585
Augusto, S. (2009). A fábula de Europa: mito e alegoria nos Desmaios de Maio em sombras do Mondego. Humanitas, 61, pp. 191-209. https://doi.org/10.14195/2183-1718_61_11
Baião, A. (1942). El-Rei D. João IV e a Inquisição. Em Anais da Academia Portuguesa da História. Ciclo da Restauração, vol. VI (pp. 1-70). Lisboa: Academia Portuguesa da História.
Baranda Letúri, N. (2017). Por persona interpuesta: agencia cultural feminina en la temprada modernidade española. Em H. Gallego Franco, M. C. García Herrero (coords.), Autoridad, poder e influencia. Mujeres que hacen Historia (pp. 185-206). Barcelona: Icaria Editorial.
Braga, I. D. (2017). A Inquisição Portuguesa no rescaldo da implantação da Dinastia de Bragança: continuidades, mudanças e adaptações. Em J. Martínez Millán, F. Labrador Arroyo, F. M. Valido-Viegas de Paula-Soares (dir.), ¿Decadencia o Reconfiguración? Las Monarquías de España y Portugal en el cambio del siglo (1640-1724) (pp. 209-236). Madrid: Ediciones Polifemo.
Braga, I. D., Braga, P. D. (2006). O juramento dos herdeiros do trono em Cortes (séculos XIV-XVII). Em As Cortes e o Parlamento em Portugal. 750 Anos das Cortes de Leiria de 1254. Actas do Congresso Internacional (pp. 245-259). Lisboa: Assembleia da República.
Braga, I. D., Braga, P. D. (2012). Duas rainhas em tempo de novos equilíbrios europeus: Maria Francisca Isabel de Saboia, Maria Sofia Isabel de Neuburg. Lisboa: Círculo de Leitores.
Braga, I. D., Braga, P. D. (2017). As Virtudes do Inquisidor Geral: os sermões de exéquias e a imagem dos dirigentes do Santo Ofício no século XVII. Em A. A. F. Assis, P. G. M. Muñiz, Y. de Matos (orgs.), Um historiador pelos seus pares: trajetórias de Ronaldo Vainfas (pp. 23-41). São Paulo: Alameda.
Brown, C. J. (2011). Dédicaces à Anne de Bretagne: éloges d’une reine. Études françaises, 47, 3, pp. 29-54. https://doi.org/10.7202/1006445ar
Cardim, P. (2002). A Casa Real e os órgãos centrais do governo no Portugal da segunda metade de seiscentos. Tempo, 13, pp. 13-57.
Chartier, R. (1996). Poder y escritura: el Príncipe, la Biblioteca e la Dedicatoria (siglos XV-XVII). Manuscrits, 14, pp. 193-211. https://raco.cat/index.php/Manuscrits/article/view/23284.
Costa, L. F., Cunha, M. S. (2008), D. João IV. Lisboa: Temas & Debates.
Dzialak-Szubinska, A. (2023). Armonia Politica (1651) de António de Sousa de Macedo – speculum principum ao serviço da dinastia de Bragança. Iberomania, 97, pp. 21-37.
Faria, A. L. (2008). Arquitectos da Paz. A Diplomacia Portuguesa de 1640 a 1815. Lisboa: Tribuna da História.
Faria, A. L. (2021). «Um pouco de bom modo e dissimulação»: O Conde de Castelo Melhor e a diplomacia portuguesa (da experiência governativa ao exílio). Em A. L. Faria, N. G. Monteiro (coords.), Castelo Melhor e os Seus Tempos (1635-1720) (pp. 67-102). Lisboa: Centro de História da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/57080
Fonseca, J. (2019). Os livreiros de Lisboa nos séculos XVI e XVII: estratégias económicas, sociais e familiares. Lisboa: Edições Colibri.
Fonseca, R. C. (2014). Da queda de Tróia à fundação de Lisboa ou de como Gabriel Pereira de Castro espera «cantar de Ulisses, imitando a Homero». Em P. Morão, C. Pimentel (coord.). Matrizes Clássicas da Literatura Portuguesa: uma (re)visão da literatura portuguesa das origens à contemporaneidade (pp. 187-200). Lisboa: Campo de Comunicação. http://hdl.handle.net/10451/23793
Gagliardi, D. (2014). Notas sobre la versión castellana de Il retratto del privato politico cristiano de Virgilio Malvezzi y su autor. Revista Internacional d’Humanitats, 30, pp. 53-62. https://doi.org/10.5209/chmo.72546
García López, J. (2001). El estilo de una corte: apuntes sobre Virgilio Malvezzi y el laconismo hispânico. Quaderns d’Italià, 6, pp. 155-169. https://raco.cat/index.php/QuadernsItalia/article/view/26245
Martín Morán, J. M. (2001). Paratextos en contextos. Las dedicatorias cervantinas y la nueva mentalidad autorial. Em A. V. Lecumberri (coord.), Cervantes en Italia: Actas del X Coloquio Internacional de la Asociación de Cervantistas (pp. 257-271). Roma: Asociación de Cervantistas.
Melo, J. A. G. (1954). Frei Manuel Calado do Salvador. Religioso da Ordem de São Paulo, Pregador Apostólico por Sua Santidade, Cronista da Restauração. Recife: Universidade do Recife.
Oliveira, A. (1990), Poder e Oposição Política em Portugal no Período Filipino (1580-1640). Lisboa: Difusão Editorial.
Pardal, F. (2018). Uma devoção de grandes e pequenos: Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa nos séculos XVII e XVIII. Lisboa: Dissertação de Mestrado em História, Especialização em História Moderna e Contemporânea, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/37300
Pardal, F. (2022). «Na morte de sábios Príncipes não perdem pouco os Reinos»: a parenética fúnebre por ocasião da morte de D. Teodósio (1634-1653), Príncipe do Brasil. Erasmo. Revista de Historia Bajomedieval y Moderna, 9, pp. 93-122. https://doi.org/10.24197/erhbm.9.2022.93-122
Sánchez Marcos, F. (2007). Historiografía y dedicatorias en la Monarquía Hispánica del siglo XVI. Pedralbes: Revista d’historia moderna, 27, pp. 17-34. https://raco.cat/index.php/Pedralbes/article/view/122937.
Sanz Ayán, C. (2019). De custodios y valedores: dedicatorias y dedicatarios en las ediciones del teatro de Moreto en el siglo XVII. RILCE. Revista de Filología Hispánica, 35, pp. 967-982. https://doi.org/10.15581/008.35.3.967-82
Sieber, H. (1998). Clientelismo y Mecenazgo: hacia una historia cultural literaria de la Corte de Felipe III. Em M. C. García de Enterría, A. Cordón Mesa (coord.), Actas del IV Congreso Internacional de la Asociación Internacional Siglo de Oro, vol. 1 (pp. 95-116). Alcalá de Henares: Editorial Universidad de Alcalá de Henares.
Silva, F. I. (1859). Diccionario Bibliographico Portuguez, volume 2. Lisboa: Imprensa Nacional.
Silva, P. J. B. (2015). António de Sousa de Macedo: Diplomata, Conselheiro da Fazenda, Secretário de Estado. Coimbra: Dissertação de Mestrado em História, Especialização em História Moderna, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. https://hdl.handle.net/10316/30132
Simón Díaz, J. (1994). Algunos libros del siglo XVII dedicado a los obispos de Jaén. Boletín del Instituto de Estudios Giennenses, 153, pp. 173-184.
Torgal, L. R. (1981). Ideologia Política e Teoria do Estado na Restauração, vols. 1-2. Coimbra: Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
Valladares, R. (1998). La rebelión de Portugal, 1640-1680: guerra, conflicto y poderes en la Monarquía Hispánica. Valladolid: Junta de Castilla y León - Consejería de Educación y Cultura.
Vale, T. L. M. (1995). D. Francisco de Castro (1574-1653) Reitor da Universidade de Coimbra, Bispo da Guarda e Inquisidor Geral. Lusitania Sacra, 7, pp. 339-358. https://doi.org/10.34632/lusitaniasacra.1995.7675
Varolo, F. R. S. (2024). «Filis y Demofonte»: transcrição semidiplomática de um poema inédito lírico/trágico de António da Fonseca Soares (1631-1682). Assis: Tese de Doutoramento em Letras, apresentada à Faculdade de Ciências e Letras. https://hdl.handle.net/11449/261673
Vivar, F. (2018). Continuidad y ruptura en la dedicatoria del Siglo de Oro: el «Para Todos» de Pérez de Montalbán. Revista de Estudios Hispánicos, 33, pp. 115-127. https://revistas.upr.edu/index.php/reh/article/view/15210
White, M. (2012). The Perils and Possibilities of the Early Modern Book Dedication: Anne Lock, Queen Elizabeth, and John Knox. Parergon, 29(2), pp. 9-27. https://doi.org/10.1353/pgn.2012.0133
Zuquete, A. M. (1960). Nobreza de Portugal e do Brasil. Bibliografia, Biografia, Cronokogia, Filatélia, Genealogia, Heráldica, História, Nobiliarquia, Numismática, vols. I-III. Lisboa: Editorial Enciclopédia.
Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT). Lisboa. Portugal.
Gavetas, Gaveta 20, maço 16, n.º 15.
Manuscritos da Livraria, n.º 170; 1059.
Miscelâneas Manuscritas, vol. 3.
Biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa (BACL). Lisboa. Portugal.
Manuscritos, Série Vermelha, cód. 657.
Biblioteca da Ajuda (BA). Lisboa. Portugal.
51-VI-15; 51-VIII-39; 51-X-18; 51-X-19.
Bibliothéque Nationale de France (BNF). Paris. França.
Fonds Portugais, n.º 26
Fontes Impressas
Andrade, J. F. (1651). Vida de D. João de Castro, quarto viso-rey da Índia. Lisboa. Oficina Craesbeeckiana.
Andrade, L. (1653). Breve relaçam do enterro que se fes em 17 de Mayo de 1653, ao Serenissimo Principe o S[enhor] D. Theodosio, desde os Paços de Alcântara, ao Real Convento de Belém, onde foi depositado. Lisboa: António Álvares.
Arrais, D. M. (1650). Novae philosophiae et medicinae de qualitatibus occultis a nemine unquam excultae. Lisboa: Manuel Gomes de Carvalho.
Calado, M. (1648). O Valeroso Lucideno e triumpho da liberdade. Lisboa: Paulo Craesbeeck.
Castro, G. P. (1636). Ulysseia ou Lysboa Edificada: poema heroyco. Lisboa: Lourenço Craesbeeck.
Castro, G. P. (1642). Ulysseia ou Lysboa Edificada: poema heroyco. S.l.: S.n.
Carvalho, J. M. (1642). Dezengaños offerecidos al Catholico Principe D. Phellipe el IV. Lisboa: Lourenço Anvers.
Carvalho, J. (1650). Ao Príncipe Dom Theodosio N[osso] Senhor. In V. Malvezzi, Vida do Conde-Duque escrita pello marquez Virgilio Malvesi na língua italiana (pp. não num). Lisboa: Manuel Gomes de Carvalho.
Domingues, J. B. (1747). Vida do Principe D. Theodosio, offerecida a Santa Joana, Princeza de Portugal. Lisboa: Oficina dos Herdeiros de António Pedroso Galram, 1747.
Figueiroa, D. F. (1642). Theatro da mayor façanha, e gloria portugueza. Lisboa: Oficina de Domingos Lopes da Rosa.
Freire, M. R. (1642). Regra Militar offerecida ao Serenissimo Principe Dom Theodosio nosso Senhor, com huuma relaçam do que fes a Villa de Barcelos, depois que foy aclamado Rey, & S[e]n[ho]r sua Magestade, até o primeiro de Janeiro 1642. Lisboa: Oficina de Domingos Lopes da Rosa.
Luís, M. (1680). Theodosius Lusitanus perfecti vera effigies: rerum sub id tempus in Lusitania praeclarè gestarum nativis coloribus illuminata. Évora: Oficina da Universidade de Évora.
Macedo, A. S. (1643). Genealogia Regum Lusitanae. Londres: Richard Hearn.
Macedo, A. S. (1651). Armonia Politica dos documentos divinos com as conveniencias d’ Estado: exemplar de principes no governo dos gloriosíssimos reys de Portugal: ao sereníssimo principe Dom Theodosio. Haga do Conde: Oficina de Samuel Broun.
Machado, D. B. (1741-1752). Bibliotheca Lusitana, Histórica, Crítica, e Chronológica. Na qual se compreende a notícia dos Authores Portuguezes, e das Obras, que compuzerão desde o tempo da promulgação da Ley da Graça até o tempo prezente, tomos I-III. Lisboa: Oficinas de António Isidoro da Fonseca, Inácio Rodrigues e Francisco Luís Ameno.
Malvezzi, V. (1650). Vida do Conde-Duque escrita pello marquez Virgilio Malvesi na língua italiana. Lisboa: Manuel Gomes de Carvalho.
[Meneses, J. R. S.] (1653). Elogio funeral do Principe D. Theodosio, N[osso] Senhor. Relação das exéquias e lutos com que sentio sua morte o Ex[celentíssi]mo João Ro[dri]g[ue]z de Sa Conde de Penaguião. Londres: s. n.
Meneses, L. (1679), História do Portugal Restaurado, tomo I. Lisboa: Oficina de João Galrão.
Meneses, S. C. (1650). Summa Politica: Offerecida ao Principe de Portugal D. Theodosio. Amesterdão: Simão Dias Soeiro Lusitano.
Mesquita, M. J. (1643). Relação do que socedeu na cidade de Goa e em todas as mais cidades, & fortalezas do estado da Índia, na felice acclamação del Rey Do[m] João o IIII de Portugal; e no juramento do Príncipe Dom Theodosio. Goa: Colégio de São Paulo.
Parada, A. C. (1644). Arte de reynar: ao potentíssimo Rey D. Joam IV Nosso S[e]n[h]or Restaurador da Liberdade Portuguesa. Bucelas: Paulo Craesbeeck.
Parada, A. C. (1643). Justificaçam dos portugueses sobre a acçam de libertarem seu Reyno da obediencia de Castella. Lisboa: Paulo Craesbeeck.
Pessoa, A. (2023). Ortographia pratica de varias letras. In A. Claro et. al. (coord.). Ortographia, Arithmetica e Sciencias: três tratados do Padre António Pessoa, SJ (c. 1648) (pp. 105-135). Lisboa: Scribe.
Portugal, F. (1652a). Ao Príncipe D. Theodosio Nosso Senhor. Divinos, e Humanos Versos. Lisboa. Oficina Craesbeeckiana.
Portugal, L. (1652b). Ao Príncipe Nosso Senhor. In F. Portugal. Ao Príncipe D. Theodosio Nosso Senhor. Divinos, e Humanos Versos (pp. não num). Lisboa: Oficina Craesbeeckiana.
Sousa, A. C. (1740a). História Genealógica da Casa Real Portuguesa, tomo VII. Lisboa: Régia Oficina Silviana.
Sousa, A. C. (1740b). Provas da História Genealógica da Casa Real Portuguesa, tomo IV. Lisboa: Régia Oficina Silviana.
Referências bibliográficas
Albuquerque, M. (1979). Para uma teoria do barroco em Portugal: a Summa Politica de Sebastião César de Meneses, 1649-1650. Revista de História, 2, pp. 63-101.
Almeida, P. (2020). Mulheres e cultura escrita em Portugal no século XVI: entre livros e dedicatórias. Titivillus, 6, pp. 45-62. https://doi.org/10.26754/ojs_titivillus/titivillus.20204585
Augusto, S. (2009). A fábula de Europa: mito e alegoria nos Desmaios de Maio em sombras do Mondego. Humanitas, 61, pp. 191-209. https://doi.org/10.14195/2183-1718_61_11
Baião, A. (1942). El-Rei D. João IV e a Inquisição. Em Anais da Academia Portuguesa da História. Ciclo da Restauração, vol. VI (pp. 1-70). Lisboa: Academia Portuguesa da História.
Baranda Letúri, N. (2017). Por persona interpuesta: agencia cultural feminina en la temprada modernidade española. Em H. Gallego Franco, M. C. García Herrero (coords.), Autoridad, poder e influencia. Mujeres que hacen Historia (pp. 185-206). Barcelona: Icaria Editorial.
Braga, I. D. (2017). A Inquisição Portuguesa no rescaldo da implantação da Dinastia de Bragança: continuidades, mudanças e adaptações. Em J. Martínez Millán, F. Labrador Arroyo, F. M. Valido-Viegas de Paula-Soares (dir.), ¿Decadencia o Reconfiguración? Las Monarquías de España y Portugal en el cambio del siglo (1640-1724) (pp. 209-236). Madrid: Ediciones Polifemo.
Braga, I. D., Braga, P. D. (2006). O juramento dos herdeiros do trono em Cortes (séculos XIV-XVII). Em As Cortes e o Parlamento em Portugal. 750 Anos das Cortes de Leiria de 1254. Actas do Congresso Internacional (pp. 245-259). Lisboa: Assembleia da República.
Braga, I. D., Braga, P. D. (2012). Duas rainhas em tempo de novos equilíbrios europeus: Maria Francisca Isabel de Saboia, Maria Sofia Isabel de Neuburg. Lisboa: Círculo de Leitores.
Braga, I. D., Braga, P. D. (2017). As Virtudes do Inquisidor Geral: os sermões de exéquias e a imagem dos dirigentes do Santo Ofício no século XVII. Em A. A. F. Assis, P. G. M. Muñiz, Y. de Matos (orgs.), Um historiador pelos seus pares: trajetórias de Ronaldo Vainfas (pp. 23-41). São Paulo: Alameda.
Brown, C. J. (2011). Dédicaces à Anne de Bretagne: éloges d’une reine. Études françaises, 47, 3, pp. 29-54. https://doi.org/10.7202/1006445ar
Cardim, P. (2002). A Casa Real e os órgãos centrais do governo no Portugal da segunda metade de seiscentos. Tempo, 13, pp. 13-57.
Chartier, R. (1996). Poder y escritura: el Príncipe, la Biblioteca e la Dedicatoria (siglos XV-XVII). Manuscrits, 14, pp. 193-211. https://raco.cat/index.php/Manuscrits/article/view/23284.
Costa, L. F., Cunha, M. S. (2008), D. João IV. Lisboa: Temas & Debates.
Dzialak-Szubinska, A. (2023). Armonia Politica (1651) de António de Sousa de Macedo – speculum principum ao serviço da dinastia de Bragança. Iberomania, 97, pp. 21-37.
Faria, A. L. (2008). Arquitectos da Paz. A Diplomacia Portuguesa de 1640 a 1815. Lisboa: Tribuna da História.
Faria, A. L. (2021). «Um pouco de bom modo e dissimulação»: O Conde de Castelo Melhor e a diplomacia portuguesa (da experiência governativa ao exílio). Em A. L. Faria, N. G. Monteiro (coords.), Castelo Melhor e os Seus Tempos (1635-1720) (pp. 67-102). Lisboa: Centro de História da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/57080
Fonseca, J. (2019). Os livreiros de Lisboa nos séculos XVI e XVII: estratégias económicas, sociais e familiares. Lisboa: Edições Colibri.
Fonseca, R. C. (2014). Da queda de Tróia à fundação de Lisboa ou de como Gabriel Pereira de Castro espera «cantar de Ulisses, imitando a Homero». Em P. Morão, C. Pimentel (coord.). Matrizes Clássicas da Literatura Portuguesa: uma (re)visão da literatura portuguesa das origens à contemporaneidade (pp. 187-200). Lisboa: Campo de Comunicação. http://hdl.handle.net/10451/23793
Gagliardi, D. (2014). Notas sobre la versión castellana de Il retratto del privato politico cristiano de Virgilio Malvezzi y su autor. Revista Internacional d’Humanitats, 30, pp. 53-62. https://doi.org/10.5209/chmo.72546
García López, J. (2001). El estilo de una corte: apuntes sobre Virgilio Malvezzi y el laconismo hispânico. Quaderns d’Italià, 6, pp. 155-169. https://raco.cat/index.php/QuadernsItalia/article/view/26245
Martín Morán, J. M. (2001). Paratextos en contextos. Las dedicatorias cervantinas y la nueva mentalidad autorial. Em A. V. Lecumberri (coord.), Cervantes en Italia: Actas del X Coloquio Internacional de la Asociación de Cervantistas (pp. 257-271). Roma: Asociación de Cervantistas.
Melo, J. A. G. (1954). Frei Manuel Calado do Salvador. Religioso da Ordem de São Paulo, Pregador Apostólico por Sua Santidade, Cronista da Restauração. Recife: Universidade do Recife.
Oliveira, A. (1990), Poder e Oposição Política em Portugal no Período Filipino (1580-1640). Lisboa: Difusão Editorial.
Pardal, F. (2018). Uma devoção de grandes e pequenos: Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa nos séculos XVII e XVIII. Lisboa: Dissertação de Mestrado em História, Especialização em História Moderna e Contemporânea, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/37300
Pardal, F. (2022). «Na morte de sábios Príncipes não perdem pouco os Reinos»: a parenética fúnebre por ocasião da morte de D. Teodósio (1634-1653), Príncipe do Brasil. Erasmo. Revista de Historia Bajomedieval y Moderna, 9, pp. 93-122. https://doi.org/10.24197/erhbm.9.2022.93-122
Sánchez Marcos, F. (2007). Historiografía y dedicatorias en la Monarquía Hispánica del siglo XVI. Pedralbes: Revista d’historia moderna, 27, pp. 17-34. https://raco.cat/index.php/Pedralbes/article/view/122937.
Sanz Ayán, C. (2019). De custodios y valedores: dedicatorias y dedicatarios en las ediciones del teatro de Moreto en el siglo XVII. RILCE. Revista de Filología Hispánica, 35, pp. 967-982. https://doi.org/10.15581/008.35.3.967-82
Sieber, H. (1998). Clientelismo y Mecenazgo: hacia una historia cultural literaria de la Corte de Felipe III. Em M. C. García de Enterría, A. Cordón Mesa (coord.), Actas del IV Congreso Internacional de la Asociación Internacional Siglo de Oro, vol. 1 (pp. 95-116). Alcalá de Henares: Editorial Universidad de Alcalá de Henares.
Silva, F. I. (1859). Diccionario Bibliographico Portuguez, volume 2. Lisboa: Imprensa Nacional.
Silva, P. J. B. (2015). António de Sousa de Macedo: Diplomata, Conselheiro da Fazenda, Secretário de Estado. Coimbra: Dissertação de Mestrado em História, Especialização em História Moderna, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. https://hdl.handle.net/10316/30132
Simón Díaz, J. (1994). Algunos libros del siglo XVII dedicado a los obispos de Jaén. Boletín del Instituto de Estudios Giennenses, 153, pp. 173-184.
Torgal, L. R. (1981). Ideologia Política e Teoria do Estado na Restauração, vols. 1-2. Coimbra: Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
Valladares, R. (1998). La rebelión de Portugal, 1640-1680: guerra, conflicto y poderes en la Monarquía Hispánica. Valladolid: Junta de Castilla y León - Consejería de Educación y Cultura.
Vale, T. L. M. (1995). D. Francisco de Castro (1574-1653) Reitor da Universidade de Coimbra, Bispo da Guarda e Inquisidor Geral. Lusitania Sacra, 7, pp. 339-358. https://doi.org/10.34632/lusitaniasacra.1995.7675
Varolo, F. R. S. (2024). «Filis y Demofonte»: transcrição semidiplomática de um poema inédito lírico/trágico de António da Fonseca Soares (1631-1682). Assis: Tese de Doutoramento em Letras, apresentada à Faculdade de Ciências e Letras. https://hdl.handle.net/11449/261673
Vivar, F. (2018). Continuidad y ruptura en la dedicatoria del Siglo de Oro: el «Para Todos» de Pérez de Montalbán. Revista de Estudios Hispánicos, 33, pp. 115-127. https://revistas.upr.edu/index.php/reh/article/view/15210
White, M. (2012). The Perils and Possibilities of the Early Modern Book Dedication: Anne Lock, Queen Elizabeth, and John Knox. Parergon, 29(2), pp. 9-27. https://doi.org/10.1353/pgn.2012.0133
Zuquete, A. M. (1960). Nobreza de Portugal e do Brasil. Bibliografia, Biografia, Cronokogia, Filatélia, Genealogia, Heráldica, História, Nobiliarquia, Numismática, vols. I-III. Lisboa: Editorial Enciclopédia.
Pardal, F. (2026). «Aos pés de vossa alteza, sereníssimo príncipe»: D. Teodósio de Bragança (1634-1653) e as dedicatórias em obras impressas. El Futuro Del Pasado, e32099. https://doi.org/10.14201/fdp.32099
Descargas
Los datos de descargas todavía no están disponibles.
+
−