Credits

  • Referencias
  • Cómo citar
  • Del mismo autor
  • Métricas
ACOSTA, A. (2016). O Buen Vivir: uma oportunidade de imaginar outro mundo. In: SOUSA, C. M., org. Um convite à utopia [online]. Campina Grande: EDUEPB. Um convite à utopia collection, vol. 1, pp. 203-233. Disponível em http://books.scielo.org/id/kcdz2/06
ACOSTA, Alberto & BRAND, Ulric. (2018). Pós-extrativismo e decrescimento: saídas do labirinto capitalista. São Paulo: Elefante.
ALCANTARA, Liliane. C. S; SAMPAIO, Carlos, A. C. .(2017). Bem viver como paradigma de desenvolvimento: utopia ou alternativa possível? Revista Desenvolvimento e Meio Ambiente, v. 40. Abril. Disponível em: file:///C:/Users/vanda.pantoja/Downloads/48566-201423-3-PB%20(1).pdf
BARRAGÁN, Margarita, et alii. (2020).Pensar a partir do feminismo: criticas e alternativas ao desenvolvimento. In HOLANDA, H. B. Pensamento feminista hoje: perspectiva decolonial. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo.
CASTRO. R. A. 2017). Estratégias de dominação empresarial e resistências comunitárias na Amazônia Maranhense. Tese de doutorado. Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido (PPGDSTU) Núcleo de Altos Estudos Amazônicos, Universidade Federal do Pará.
COLLINS, Patrícia Hill. (2019). Pensamento feminista negro: o poder da autodefinição. In. HOLANDA, Heloisa B. Pensamento feminsita: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do tempo.
ESCOBAR, Arturo. (2007). La invención del Tercer Mundo Construcción y deconstrucción del desarrollo. Caracas, Venezuela: Fundación Editorial el perro y la rana.
FEDERICI, Silvia. (2019). O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista. São Paulo: Elefante.
FRANKILIN, Adalberto. (2205). Breve história de Imperatriz. Imperatriz/MA. Ed. Ética.
GUDYNAS,Eduardo. (2009). Diez tesis urgentes sobre el nuevo extraticvismo: Contextos y demandas bajo el progresismo sudamericano actual. Disponível em thttp://www.gudynas.com/publicaciones/GudynasNuevoExtractivismo10Tesis09x2.pdf acessado em 19 maio 2020.
MARTINS, José de Souza. (2016). Fronteira: a degradação do outro nos confins do humano. 2ª Ed. 3ª reimpressão – São Paulo: Contexto, 2016.
MARQUES, Marta Inez Medeiros. (2015). Considerações sobre a expansão da indústria de papel e celulose no Brasil a partir do caso da Suzano Papel e Celulose. GEOgraphia – Ano. 17 – Nº 35 - Dossiê. Disponível em http://periodicos.uff.br/geographia/article/view/13731
MOVIMENTO INTERESTADUAL DAS QUEBRADERIAS DE COCO BABAÇU. QUEM SOMOS. Disponível em: <https://www.miqcb.org/quem-somos>. Acesso em: 14 out. 2019.
PANTOJA, Vanda & PEREIRA, Jesus. (2019). Discursos do desenvolvimento: (in) visibilidade do social, modernidade e progresso em Imperatriz, MA. Interações v. 20, n. 1, Jan-Mar. Disponível em https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1518-70122019000100079&script=sci_abstract&tlng=es.
RIBEIRO JUNIOR, José Arnaldo dos Santos. (2014). O desenvolvimento geográfico desigual da Suzano Papel e Celulose no Maranhão. 2014. 220f. Dissertação (Mestrado em Geografia Humana) - Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana, Universidade de São Paulo, São Paulo.
SANTOS, Milton. (2006) Natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo.
SCOTT, James. (2000). Los dominados y el arte de la resistência: discursos ocultos. México: Era.
________( 2002). Formas cotidianas da resistência camponesa. Raízes, vol. 1 n. 21. Jan-Jun.
SUZANO. (2017). Resumo Público. Plano de governança florestal Maranhão 2017. Disponível em: http://www.suzano.com.br/suzano/wp-ontent/uploads/2018/10/Resumo-Publico-Maranh%C3%A3o.pdf. Acessado em Abril 2019.
Download data is not yet available.
+ −