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José Javier Ruiz Ibáñez
Universidad de Murcia
España
Vol. 41 Núm. 1 (2019): Europa y la Monarquía Hispánica ante el cambio de hegemonía (1635-1659), Informe, Páginas 259-288
DOI: https://doi.org/10.14201/shhmo2019411259288
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Resumen

Visto en un cuadro cronológico amplio el periodo de guerra que se desarrolla entre la década de 1630 y la de 1710 fue un momento de aceleración histórica que contrasta con los periodos que van de 1525 a 1625 y de 1720 a 1800 donde los conflictos intraibéricos pese a ser en ocasiones extremadamente virulentos fueron geográficamente localizados y de duración limitada. La irrupción de la guerra en la Península, especialmente en el terrible periodo de mayor beligerancia y de necesaria adaptación que fue de 1635-1660, implicó transformaciones sobre el sentido de la autoridad regia, sobre sus límites, sobre las obligaciones de los súbditos, sobre el papel y el sentido de las elites y de las instituciones; cambios que en muchos casos fueron indeseados por sus protagonistas pero a las que se vieron abocados por la necesidad y la urgencia. En el convulso siglo XVII la crisis de la percepción del liderazgo de la proyección exterior de la Monarquía sentó las bases de una nueva forma de pensar qué era ser castellano y qué era ser español. 

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