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Luís Antônio Contatori Romano
Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
Brasil
https://orcid.org/0000-0003-2646-5909
Biografía
Vol. 7 Núm. 14 (2020): Primer Semestre 2020, Sección General, Páginas 35-48
DOI: https://doi.org/10.14201/reb20207143548
Aceptado: sep 14, 2020
Cómo citar

Resumen

El comercio callejero ha existido en Brasil desde el período colonial, practicado por negros libres y esclavos. El objetivo de este estudio es mostrar aspectos de este comercio en ciudades como Rio de Janeiro y Recife, desde el período imperial hasta el Estado Novo del gobierno de Vargas, marcando influencias orientales, especialmente islámicas, introducidas por esclavos y colonizadores portugueses, hasta la llegada de nuevos inmigrantes europeos en las primeras décadas del siglo XX. Se parte del análisis de extractos e imágenes de obras de tres autores: Jean-Baptiste Debret, en Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil (1835-1839); Gilberto Freyre, en Casa-grande & Senzala (1933), Sobrados e Mucambos (1936) y Guia prático, histórico e sentimental do Recife (1934); Cecilia Meireles (1941), en la crónica “Through the Rio Streets”, publicada en la revista Travel in Brazil, ilustrada con fotografías de Jean Manzon, que registra la inserción del inmigrante europeo en el comercio callejero de Río de Janeiro. También se pretende mostrar la intersección entre este comercio y las concepciones de viajero y turista.

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