Contenido principal del artículo

Ana Margarida Arruda
Univeridade de Lisboa
Portugal
Biografía
Elisa de Sousa
Univeridade de Lisboa
Portugal
Biografía
João Pimenta
Câmara Municipal de Santarém
España
Biografía
Henrique Mendes
Câmara Municipal de Santarém
Portugal
Biografía
Rui Soares
Univeridade de Lisboa
Portugal
Biografía
Vol. 74 (2014), Artículos, Páginas 143-155
DOI: https://doi.org/10.14201/zephyrus201474143155
Aceptado: feb 3, 2015

Resumen

Alto do Castelo, en Alpiarça (Portugal), es un sitio reconocido sobre todo por su estrecha relación especial con las necrópolis del Bronce final de Tanchoal y Meijão. Aunque siempre se ha conectado con este momento de la Protohistoria, también se ha constatado una ocupación romanorrepublicana a partir del conjunto de materiales arqueológicos recogidos a inicios del pasado siglo, en las excavaciones que Ph. Kalb y M. Hock efectuaron en este yacimiento, pero también a partir de la identificación de una muralla y el foso doble que aparecen directamente asociados a esta fase. Sin embargo, la Casa dos Patudos conserva diversos materiales de la Edad del Hierro recuperados en los trabajos del Instituto Arqueológico Alemán, así como otros hallazgos de superficie, realizados en fechas recientes en este yacimiento. Estos materiales de la Edad del Hierro presentan unas características que permiten asociarlos con la llegada y la instalación de poblaciones mediterráneas en el valle del Tajo durante la segunda mitad y la etapa final del s. viii a. C. Esta datación permite integrar el Alto do Castelo en una densa red de establecimientos orientalizantes identificados en ambas riberas del Tagus. Se analiza el papel jugado por estos sitios y su interrelación teniendo en consideración su disposición geográfica, las áreas ocupadas y, por supuesto, los materiales arqueológicos.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Detalles del artículo

Citas

Almagro Basch, M. (1952): “La invasión céltica en España”. En Menéndez Pidal, R.: Historia de España, I (2). Madrid: edit. Espasa Calpe, pp. 141-240.

Arruda, A. M. (1993): “A ocupação da Idade do Ferro da Alcáçova de Santarém no contexto da expansão fenícia para a fachada atlântica peninsular”, Estudos Orientais, 4, pp. 193-214.

Arruda, A. M. (1999-2000): Los fenicios en Portugal. Fenicios y mundo indígena en el centro y sur de Portugal (siglos VIII-VI a.C.). Cuadernos de Arqueología Mediterránea, n.os 5-6. Barcelona.

Arruda, A. M. (2005): “O 1º milénio A.N.E. no Centro e no Sul de Portugal: leituras possíveis no início de um novo século”, O Arqueólogo Português, 4 (23), pp. 9-156.

Arruda, A. M.; Freitas, V. and Vallejo, J. (2000): “As cerâmicas cinzentas da Sé de Lisboa”, Revista Portuguesa de Arqueologia, 3 (2), pp. 25-59.

Barros, L.; Cardoso, J. L. and Sabrosa, A. (1993): “Fenícios na margem sul do Tejo”, Estudos Orientais, 4, pp. 143-181.

Barros, L. and Henriques, F. (2002): “Almaraz, primeiro espaço urbano em Almada”. En Actas do 3º Encontro de Arqueologia Urbana. Almada: Câmara Municipal de Almada, pp. 295-311.

Barros, L. and Soares, A. M. (2004): “Cronologia absoluta para a ocupação orientalizante da Quinta do Almaraz, no estuário do Tejo (Almada, Portugal)”, O Arqueólogo Português, 4, 22, pp. 333-352.

Calado, M.; Almeida, L.; Leitão, V. and Leitão, M. (2013): “Cronologias absolutas para a iª Idade do Ferro em Olisipo – o exemplo de uma ocupação em ambiente cársico na actual Rua da Judearia em Alfama”, Cira Arqueologia, 2, pp. 118-132.

Cardoso, G. (1991): Carta Arqueológica do Concelho de Cascais. Cascais: Câmara Municipal.

Cardoso, G. and Encarnação, J. (1993): “Sondagem no Espigão das Ruivas”, Al-madan, 2 (2), p. 150.

Cardoso, G. and Encarnação, J. (2000): “Notas sobre a ocupação proto-histórica na Villa Romana de Freiria”. En Actas do Congresso de Proto-História Europeia. Revista de Guimarães, vol. especial ii, pp. 741-757.

Cardoso, G. and Encarnação, J. (2013): “O povoamento pré-romano de Freiria-Cascais”, Cira Arqueologia, 2, pp. 133-180.

Cardoso, J. L. and Carreira, J. R. (1993): “Le Bronze Final et le debút de l’Âge du Fer dans la région riveraine de l’éstuaire du Tage”, Mediterrâneo, 2, pp. 193-206.

Cardoso, J. L. and Carreira, J. R. (1997-1998): “A ocupação de época púnica da Quinta da Torre (Almada)”, Estudos Arqueológicos de Oeiras, 7, pp. 189-217.

Corrêa, A. A. M. (1916): “Sobre alguns objectos protohistóricos e lusitano-romanos, especialmente de Alpiarça e Silvã”, O Archeologo Português, 21, pp. 331-337.

Corrêa, A. A. M. (1928): “A Lusitânia pré-romana”. En Peres, D. (dir.): História de Portugal. Barcelos: Portucalense Edit., 1, pp. 79-214.

Corrêa, A. A. M. (1936): “Urnenfelder de Alpiarça”, Anuario de Prehistoria Madrileña, 4/6 (1933/35), pp. 133-137.

Diogo, A. M. D. (1993): “Ânforas pré-romanas dos Chões de Alpompé (Santarém)”, Estudos Orientais, 4, pp. 215-227.

Fernandes, L.; Pimenta, J.; Calado, M. and Filipe, V. (2013): “Ocupação sidérica na área envolvente do teatro romano de Lisboa: o Pátio do Aljube”, Revista Portuguesa de Arqueologia, 16, pp. 167-185.

Gutiérrez López, J. M.; Sáez Romero A. and Reinoso del Río, M. C. (2013): “La tecnología alfarera como herramienta de análisis histórico: reflexiones sobre los denominados ‘prismas cerámicos’”, Spal, 22, pp. 61-100. http://dx.doi.org/10.12795/spal.2013.i22.04

Kalb, P. and Höck, M. (1982): “Alto do Castelo, Alpiarça, Distrikt Santarém. Vorbericht über die grabung 1981”, Madrider Mitteilungen, 23, pp. 145-151.

Kalb, P. and Höck, M. (1988): “O povoamento préhistórico de Alpiarça”, Arqueologia, 17, pp. 193-200.

Marques, G. (1972): “Arqueologia de Alpiarça. As estações representadas no Museu do Instituto de Antropologia do Porto”, Trabalhos do Instituto de Antropologia Dr. Mendes Corrêa, 13.

Marques, G. and Andrade, G. M. (1974): “Aspectos da proto-história do território português. 1 Definição e distribuição geográfica da cultura de Alpiarça (Idade do Ferro)”. En Actas do III Congresso Nacional de Arqueologia (Porto, 1973). Porto: Junta Nacional de Educação, pp. 125-148.

Pimenta, J. (2012): Jornal da Exposição Vila Franca de Xira há três mil anos. O Povoado de Cabanas de Santa Sofia. Vila Franca de Xira.

Pimenta, J.; Calado, M. and Leitão, M. (2005): “Novos dados sobre a ocupação pré-romana da cidade de Lisboa: as ânforas da sondagem n.º 2 da Rua de São João da Praça”, Revista Portuguesa de Arqueologia, 8, 2, pp. 313-334.

Pimenta, J.; Henriques, E. and Mendes, H. (2012): O Acampamento romano de Alto dos Cacos. Almeirim: Associação de Defesa do Património Histórico e Cultural do Concelho de Almeirim.

Pimenta, J. and Mendes, H. (2008): “Descoberta do povoado pré-romano do Porto do Sabugueiro, Muge”, Revista Portuguesa de Arqueologia, 11, 2, pp. 171-194.

Pimenta, J. and Mendes, H. (2010-2011): “Novos dados sobre a presença fenícia no vale do Tejo. As recentes descobertas na área de Vila Franca de Xira”, Estudos Arqueológicos de Oeiras, 18, pp. 591-618.

Savory, H. N. (1951): “A Idade do Bronze Atlântico no Sudoeste da Europa”, Revista de Guimarães, lxi (3-4), pp. 323-377.

Serrão, E. C. and Vicente, E. P. (1980): “A sepultura do Rei Mouro (uma estação da Idade do Ferro) – Negrais (Sintra)”, Arqueologia, 1, pp. 28-35.

Sousa, E. (2013): “A ocupação da foz do Estuário do Tejo em meados do Iº milenio a. C.”, Cira Arqueologia, 2, pp. 103-117.

Vilaça, R.; Cruz, D. J. and Gonçalves, A. A. H. B. (1999): “A necrópole de Tanchoal dos Patudos (Alpiarça, Santarém)”, Conimbriga, 38, pp. 5-29.