Mujeres en la conservación: desafíos de antes, cuestiones de ahora. ¿Cómo conservar sin ellas?
Resumen
Este artículo, que forma parte de un estudio más amplio sobre los conflictos socioambientales en la Amazonia, recurre a relatos de campo y a un enfoque cualitativo basado en la observación participante para promover una reflexión desde el ecofeminismo decolonial. El estudio analiza la participación y la realidad de las mujeres en áreas protegidas y territorios indígenas, poniendo de manifiesto las violencias de género y la persistencia de desigualdades derivadas de acciones y omisiones del Estado. El análisis profundiza en la comprensión de estas vulnerabilidades al incorporar la experiencia de la autora como mujer en el contexto del trabajo de campo, lo que aporta mayor densidad analítica a la discusión. Se sostiene que una política de conservación justa y decolonial requiere garantizar espacios de participación femenina en condiciones de equidad y seguridad. Se concluye que la perspectiva de género sigue siendo fundamental para la conservación ambiental, lo que refuerza la necesidad de ampliar los estudios sobre violencia de género, derechos indígenas y políticas de conservación en la Amazonia.
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