Belém, la COP30 y los desafíos de la justicia climática

Resumen

Este artículo tiene como objetivo analizar de qué manera la ciudad de Belém, sede de la COP30, ha promovido la justicia climática desde una perspectiva de género. Con este propósito, la investigación se estructuró en dos dimensiones analíticas: una teórica y otra empírica. En el plano teórico, se adoptó el concepto de justicia climática, articulando la noción clásica de justicia, procedente de la teoría política, con el debate sobre la crisis climática. En el plano empírico, se analizaron documentos e instancias de gobernanza climática con el fin de verificar en qué medida las mujeres han sido incorporadas al debate y cuál es el espacio que ocupan en la arquitectura institucional de la gobernanza climática. Para ello, se examinaron diferentes instrumentos normativos y de planificación gubernamental, así como la composición de las instancias de gobernanza climática. Los resultados indican que Belém ha registrado avances importantes en la promoción de la justicia climática desde una perspectiva de género, aunque todavía insuficientes para superar la invisibilidad de las mujeres y garantizar la equidad de género en los procesos de gobernanza climática

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Biografía del autor/a

Katiani Lucia Zape

,
Universidade Federal da Bahia

Doctora en Relaciones Internacionales por la Universidade Federal da Bahia (UFBA, Brasil).

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